Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores116
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Dobra - Leibniz e o Barroco

    Gilles Deleuze

    Papirus
    2007
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-10: 8530801717
    Português Brasileiro
    4.3
    16 avaliações
    Leram45Lendo8Querem56Relendo1Abandonos6Resenhas3
    Favoritos2Desejados56Avaliaram16

    O desdobramento sempre existiu nas artes, sendo característica fundamental do barroco seu uso ad infinitum. Se a filosofia de Leibniz é barroca por excelência é porque nela tudo se dobra, redobra, desdobra. Para descobrir um movimento neobarroco moderno é suficiente seguir a história da dobra, acompanhando Deleuze nessa obra.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    daniel muniz picture
    daniel muniz06/02/2025Resenhou um livro
    0

    Leibniz criou um sistema filosófico da ligação, mas uma ligação indireta, uma harmonia sem contato direto entre as mônadas. É um universo de contato, mas feito a partir de ecos, sem que as partes se conheçam mutuamente.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 16
    • 5 estrelas56%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas6%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    Gilles Deleuze profile picture

    Gilles Deleuze

    O trabalho de Deleuze se divide em dois grupos: por um lado, monografias interpretando filósofos modernos (Spinoza, Leibniz, Hume, Kant, Nietzsche, Bergson, Foucault) e por outro, interpretando obras de artistas (Proust, Kafka, Francis Bacon, este último o pintor moderno, não o filósofo renascentista); por outro lado, temas filosóficos ecléticos centrado na produção de conceitos como diferença, sentido, evento, rizoma, etc. O filósofo do Corpo-sem-Órgãos (figura estética de Antonin Artaud, retomada como conceito filosófico por Deleuze em parceria com Félix Guattari). Para ele, O ofício do filósofo é inventar conceitos. Assim como Nietzsche cria a personagem-conceito de Zaratustra, Deleuze afirma em L'abécédaire, entrevista dada a Claire Parnet, ter criado com Félix Guattari o conceito de ritornelo - refrão, forma de reterritorialização (povoamento), e desterritorializaçao. Uma filosofia da imanência, dos diagramas, dos acontecimentos. As principais influências filosóficas terão sido Nietzsche, Henri Bergson e Spinoza. Uma das grandes contribuições de Deleuze foi ter se utilizado do cinema para expor sua forma de pensamento, através dos conceitos de cinema-movimento e cinema-tempo. Deleuze foi um dos filósofos que teorizou as instâncias do atual e do virtual (já elaboradas por outros pensadores), construindo um olhar sobre o mundo a partir das possibilidades: "Um pouco de possível, senão sufoco"

    40 Livros
    136 Seguidores

    Gilles Deleuze