Seguindo o meu projeto de ler todos os livros do universo Harry Bosch (série dele e dos outros detetives), li o segundo livro e completei incríveis 5,8% da meta (por enquanto são 34 livros, veremos até o dia em que eu chegar nos últimos).
A história começa quando o corpo do policial Moore é encontrado em um quarto de hotel, com o rosto explodido por um tiro. Tudo indica que foi suicídio, pois a arma tá ali perto e só tem as digitais desse moço no quarto. E aí o metido e fofoqueiro Harry Bosch, que não foi chamado para investigar, mas acha que ele tem que ir e se mete no meio dos policiais, começa a investigar. E então começa o dedo no cy e gritaria.
Eu achei esse livro bem parecido com o primeiro, falando da estrutura da história, porque tem quase que os mesmo acontecimentos.
E eu disse QUASE.
Talvez seja só pra causar familiaridade no leitor ou porque o autor ficou com medo de escrever algo muito diferente, ou porque ele não tem criatividade, pois no outro livro que eu li da série (o 16º, Echo Park) também tem coisas parecidas com esses dois.
Diante disso, se o autor continuar fazendo essas coisas iguais eu vou ter que fazer uma resenha reclamando e eu não quero fazer isso, então MICHAEL CONNELY VOCÊ NÃO ME DECEPCIONE POIS EU TE DEFENDI DURANTE CINCO ANOS E QUERO CONTINUAR ASSIM, VOCÊ ME ENTENDEU???/
e alguns gatilhos: violência e menção a suicídio em várias partes; briga e morte de touro/crueldade animal (capítulo 27).