Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores7
    • Similares3
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A perna de Sarah Bernhardt -

    Eduardo Chacon

    KDP
    2019
    218 páginas
    7h 16m
    ISBN-10: B07Z5HQKV5
    Português Brasileiro
    4.7
    6 avaliações
    Leram6Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos2Desejados1Avaliaram6

    A perna de Sarah Bernhardt é um romance policial e uma história de vampiros, ao mesmo tempo que não é nada disso. Não que deixe o final em aberto, mas saber quem matou ou quem, de fato, morreu não é o mais importante. O autor, Eduardo Chacon, conduz a saga do inspetor Joseph Honfleur, obcecado pelo mistério de um caso de assassinato envolvendo Sarah Bernhardt e, talvez, Greta Garbo. A solução do crime pode ser crucial, mas conhecer as personagens que circulam por Paris e frequentam suas salas de cinema talvez seja mais divertido.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
     Dilma Barrozo picture
    Dilma Barrozo25/11/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A ausência que se faz mais que presente

    Que belíssimo livro! O entrelace das histórias de Madame Bernhardt , Greta Garbo e um inspetor de polícia é de uma criatividade sem limites!! Salve, salve as marcas talentosas com que Eduardo Chacon, escritor, professor e cinéfilo impregnou essa história!! "A perna de Sarah Bernhardt" é o primeiro e grande livro de um escritor nato , tenho certeza! Pontuo, a seguir alguns dos aspectos que mais me chamaram a atenção: * Por trás da linguagem aparentemente simples sobressai a presença de termos menos usuais que quebram a expectativa do leitor, ao mesmo tempo em que comprovam o conhecimento vernáculo do autor e sua habilidade linguística. *A narrativa compõe um texto que eu nem chamaria de policial, mas de espiritual ou até de emocional, tendo em vista que o assassinato é apenas o mote para o desenrolar da trama. *Os capítulos criam um ritmo compassado que vai acompanhando a trajetória de vida do inspetor, seu envelhecimento e sua paixão ( conotada aqui nos 2 sentidos). *As referências ao longo da narrativa , sejam elas simbólicas ou não, são um prato para ser degustado lentamente . Elas mostram o refinamento do autor e sua estreita relação de amor com a arte , em especial, com o cinema. *As descrições, com detalhes que ressaltam a plasticidade dos espaços, trazem os cenários para dentro da história e valorizam a ambiência de tal forma que o leitor se torna um personagem dentro do filme! *A confrontação de aspectos que se interseccionam como o material X espiritual, o ser X parecer, a sanidade X loucura , tem como foco a própria figura do Joseph e a sua visão personalíssima de Sarah Bernhardt. Madame sempre nos é mostrada através dele, com toda a pompa e circunstância, o que favorece uma atmosfera de suspense . *O título é um achado! É a própria ausência que se faz mais que presente. Representa o foco no improvável para criar possibilidades e justificativas. *É muito interessante a superposição de elementos da doutrina espírita, com uma visão mais romanesca que envolve vampiros e dráculas. *A figura que o inspetor e outros veem ( ou imaginam ) sempre de branco com uma lamparina na mão, a sugerir um espírito, uma fonte de energia ou até uma assombração não cria uma situação negativa ou aterrorizante, pelo contrário, evoca uma atmosfera de silêncio ou serenidade. *O leitor é mobilizado pelo narrador com seu discurso atraente e sai caminhando com ele por uma Paris menos turística e cheia de cor local, a Paris das tripas! * A segunda parte do livro, com mudanças de foco da narrativa e aparecimento de novos personagens, traz a família do inspetor, que atua como suporte emocional e cria vínculos para um final inesperado, que se torna um dos pontos altos do romance. *Destaco, ainda a habilidade na criação de personagens com tantas nuances psicológicas, a começar pelo próprio inspetor e sua fragilidade emocional e, ao final, pelas atitudes da família: a irmã, vivendo em palpos aranha para não contrariar o irmão por conta de sua "neurastenia", o cunhado rude e uma jovem sobrinha aprendendo, como todos, a se comportar diante do tio e a viver sob tensão diante da proximidade da guerra. Com certeza, um livro para ter outras leituras e ser novamente saboreado e aplaudido!

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.7 / 6
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Eduardo Chacon profile picture

    Eduardo Chacon

    Eduardo Chacon nasceu no Rio de Janeiro, em 1977. É pesquisador, professor de história e cinéfilo. Em seu primeiro livro de ficção, "A perna de Sarah Bernhardt" (2019), fez uma homenagem aos romances policiais e às histórias de vampiros, ao cinema e a Paris, misturando personagens históricos, como Sarah Bernhardt e Greta Garbo, e ficcionais. No livro de contos (quase no fim) (2023), reúne histórias curtas que têm o fim, em suas diversas acepções, como tema.

    2 Livros
    4 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Eduardo Chacon