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    Corazón Salvaje III - Juan del Diablo

    Caridad Bravo Adams

    DIANA
    2000
    243 páginas
    8h 6m
    ISBN-10: 9681326237
    Espanhol
    4.3
    27 avaliações
    Leram34Lendo1Querem27Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos4Desejados27Avaliaram27

    Un hombre que posee la hermosura salvaje de la isla donde nació y oculta un alma plena de sensibilidad y comprensión humana. Más profundo que el deseo carnal, limitado por el goce de la belleza, un amor verdadero, capaz de imponerse a las adversidades y alcanzar la felicidad. Una situación extrema que pone en juego toda la fuerza espiritual de un hombre y lo obliga a demostrar lo que es capaz de realizar sin la ayuda de nadie. Con su pluma, Caridad Bravo Adams, nos muestra las vicisitudes que sufre Mónica y Juan, dos seres humanos que poseen las cualidades idóneas para amarse desde el instante en que se encuentran. Una realista pero hermosa visión de las grandes pasiones adversas que despierta a su alrededor la pureza de un amor verdadero que es capaz de arriesgarlo todo.

    Resenhas (1)Ver mais
    Uiara Araujo picture
    Uiara Araujo17/02/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A novela é melhor!

    A obra é dividida em três partes, apresentadas em livros distintos: Corazón Salvaje, Mónica e Juan del Diablo. O romance se passa no Caribe, na ilha francesa Martinica, nos primeiros anos do século 20, e tem como enredo o quadrado amoroso envolvendo os meio-irmãos D’Autremont – o aristocrata Renato e o pirata João do Diabo – e as irmãs Molnar – Aimée e Mônica. Bom, acredito que 100% dos leitores brasileiros dessa obra a procurem após assistir à novela realizada pela Televisa entre 1993-94, e que foi exibida pela última vez pelo SBT, em 2000, então minha resenha será a partir das perspectiva de quem assistiu a esta novela e a considera a melhor de todos os tempos. Devorei os três livros em poucos dias – mas não somente porque a escrita da autora é envolvente, mas mais na esperança de encontrar o mesmo que vi na tv, e pouco encontrei. Por ter tido primeiro o contato com a produção da Televisa, isso fez com que eu considere sempre que a novela é melhor: na minha percepção, além de ter realizado uma adaptação muito mais interessante para o romance, a interpretação dos atores foi impecável, de maneira que é impossível se desvencilhar disso e dar uma chance honesta para a obra escrita. Infelizmente a leitura me fez sentir assistindo a uma novela “cor de rosa”, como se chamam as produções mexicanas com ar de contos de fada e pureza extremas – e incrivelmente não é assim que esta obra foi adaptada pela mesma emissora que produz essas mesmas novelas mel com açúcar. Eduardo Palomo e Edith González encarnaram um João do Diabo e uma Mônica que se apaixonam e demonstram seu amor como um casal a novela inteira, e isso passa longe do que lemos aqui. Atenção: spoilers a seguir. Iniciei a leitura já incomodada com o fato de que Mônica e Renato nunca foram prometidos, mas deu para passar, porque até a chegada de João à Campo Real para se vingar de Aimée, a obra e a novela são quase idênticas. Mas aí se desenvolve uma trama que culmina em um casamento obrigado e às pressas entre João e Mônica, e ele a leva à força em seu barco para uma viagem pelo Caribe. O casamento não se consuma só porque Mônica tem uma febre fulminante no momento em que João irá estuprá-la e depois disso eles se tratam de forma cordial e distante, até se apaixonarem aos poucos, sem admitirem sem seus sentimentos, porém. Toda uma miríade de conflitos cai sobre o casal e nenhum deles tem coragem de admitir o que sente – clichê já visto em outra obra da autora, La Mentira – o que é justificado pelo orgulho de ambos. Somam-se infindáveis cenas ridículas, nas quais um sempre está prestes a falar algo importante ao outro e são interrompidos por outra pessoa e não continuam o assunto; ou quando João insinua que Mônica ama Renato e ela sequer contesta, mesmo que sinta o contrário. Enfim, o primeiro beijo do casal acontece a 70% da terceira parte, então a cumplicidade vista na novela não será encontrada aqui. A lista de personagens é muito mais enxuta do que na novela, mas é criada uma barriga enorme com o julgamento de João, o desenvolvimento do terremoto em San Pierre e principalmente os debates eternos entre João e Mônica sobre diferenças sociais e exploração dos pobres. Enfim, eu não voltaria a ler essa obra e nem nenhuma outra da autora, pois esse tipo de romance em que o “viveram felizes para sempre” só acontece na última página não me atrai muito. Porém, pode ser uma boa leitura para quem aprecie esse tipo de obra e não comece com as expectativas do que viu na novela, como eu.

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    Avaliações

    4.3 / 27
    • 5 estrelas63%
    • 4 estrelas7%
    • 3 estrelas22%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    Caridad Bravo Adams profile picture

    Caridad Bravo Adams

    Caridad Bravo Adams era filha de jovens atores cubanos que migraram para a cidade de Villahermosa, e irmã do ator Leo Bravo, que foi um dos pilares da televisão venezuelana. Aos 16 anos, Caridad escreveu seu primeiro livro de poesia intitulado Pétalos Sueltos, seguida por outros livros do mesmo genêro. Na década de 1930 residiu na Cidade do México, se dedicando ao jornalismo e atuação. Seu trabalho jornalístico assume a forma do Ateneo Mexicano de Mujeres até 1936, quando ela decidiu regressar a Cuba, lá escreveu a famosa radionovela Yo no creo en los hombres, primeira peça melodramáticos do seu trabalho. Realizou mais uma dúzia de romances históricos sobre a independência de Cuba. Com o governo de Fidel Castro, Caridad decidiu sair da ilha e se exilar no México, onde escreveu romances como La Mentira, Corazón salvaje, Bodas de odio e Paraíso Maldito, obras que a converteram na mais prolífica escritora popular do gênero na América Latina. Caridad dedicou sua vida à criação de histórias dramáticas para radionovelas, telenovelas e filmes. Suas histórias têm sido trazidas para a televisão em toda a América Latina, sendo as duas mais famosas Corazón salvaje e La Mentira, que foram adaptados em vários países. Ela se destacou na criação de histórias para telenovelas no México. Os últimos dias passou em La Casa del Actor na Cidade do México. Ela faleceu de causas naturais. Após a sua morte, a Editorial Diana publicou compilações de suas histórias de romances para a televisão. Ela escreveu mais de 30 livros, onde até hoje são retirados argumentos para telenovelas.

    8 Livros
    16 Seguidores
    Tabasco, México

    Caridad Bravo Adams