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    Que loucura! (L&PM Pocket #41) -

    Woody Allen

    L&PM
    2007
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9788525406439
    Português Brasileiro
    3.7
    649 avaliações
    Leram1266Lendo32Querem352Relendo1Abandonos19Resenhas17
    Favoritos51Desejados352Avaliaram649

    Quando publicou Que loucura! (Side effects), em 1980, Woody Allen já era um artista aclamado, tendo dirigido, entre outros, os antológicos Tudo o que você gostaria de saber sobre sexo (1972), Annie Hall (1977, vencedor de quatro Oscar) e Manhattan (1979). Mas o livro, com dezessete textos humorísticos, também é testemunha do início da carreira do multitalentoso Allen, quando ele despejava verve, piadas e gags para plateias em restaurantes e casas noturnas. Estrondoso sucesso de público, tendo frequentado as listas de mais vendidos do mundo inteiro, Que loucura! traz textos em que Allen mistura humor, filosofia, psicanálise e história, tudo com uma indefectível dose da neurose moderna que é sua característica principal. Em A pele de Sócrates, o humorista coloca-se no lugar do filósofo, nos seus últimos dias de vida, antes de ser obrigado a suicidar-se. No conto intitulado O caso Kugelmass (que ganho o prêmio O. Henry de 1978), um professor, graças aos poderes de um obscuro mágico, é levado para dentro de Madame Bovary, onde viverá uma história de amor – longe da sua mulher supercontroladora. Com seu estilo personalíssimo e sua imaginação que desconhece limites, o autor prescruta – sempre rindo, é claro – as mais inusitadas situações e facetas da humanidade. Que loucura!: um programa tão divertido quanto os filmes de Woody Allen.

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    Resenhas (17)Ver mais
    Leonardo Capeleto de Andrade picture
    Leonardo Capeleto de Andrade01/03/2011Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Loucura relativa

    Há uma certa dificuldade de avaliar livros de contos/crônicas... alguns textos são bons, outros nem tanto. Apenas no final é possível uma avaliação coerente. De certo modo a nota (numérica) final é uma média da nota individual de cada texto. O livro inicia muito bem, em um ritmo não muito neurótico, mas com uma narrativa leve e envolvente; e com o característico humor de Woddy Allen, seguem suas histórias. O humor insano e neurótico certa hora aparece em alguns textos; de vidas cotidianas em plena cidade, como em seus filmes. De modo geral destaco 3 contos: - "Retribuição" (o 1°; uma histórica completa que daria um filme); - "O caso Kugelmass" (lembrou-me 'Meia Noite em Paris'+'Inkheart'); - "A Pergunta" (um conto imaginário sobre Abraham Lincoln); Fugindo ao meu usual, posso recomendar que para quem tem apenas interesse de conhecer a literatura de Woody Allen, que leia apenas alguns dos textos (os que recomendei, quem sabe!), pois esta é uma das vantagens de livros de crônicas/contos: possibilidade de conhecer, sem obrigar-se a ler todo livro. De modo geral, o que o livro nos deixa claro é: A Loucura é relativa!

    12 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 649
    • 5 estrelas22%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas2%
    Allan Stewart Königsberg profile picture

    Allan Stewart Königsberg

    Woody Allen, nome artístico de Allan Stewart Königsberg, (Nova Iorque, 1 de dezembro de 1935) é um cineasta, roteirista, escritor, ator e músico norte-americano. Allen trabalhou como um escritor de comédia na década de 1950, escrevendo piadas e roteiros para televisão e publicação de vários livros de peças curtas de humor. No início de 1960, Allen começou a atuar como comediante de stand-up, enfatizando monólogos ao invés de piadas tradicionais. Em seus filmes,ele desenvolveu a personalidade de um intelectual, neurótico, nebbish, inquieto e inseguro, que ele insiste que é bem diferente de sua personalidade na vida real. Em 2004, o Comedy Central classificou Allen em quarto lugar em uma lista de 100 maiores comediantes de stand up, enquanto uma pesquisa no Reino Unido classificou Allen como o terceiro maior comediante. Em meados da década de 1960, Allen estava escrevendo e dirigindo filmes, o primeiro especializado em comédias pastelão antes de passar para o material dramático influenciado pelo cinema de arte europeu durante os anos 1970. É frequentemente identificado como parte da onda New Hollywood de cineastas de meados dos anos 1960 para final dos anos 70. Allen muitas vezes protagonizou seus filmes, geralmente na personagem que ele desenvolveu como um standup. Dos seus mais de 40 filmes, alguns dos mais conhecidos são Annie Hall (1977), Manhattan (1979), A Rosa Púrpura do Cairo (1985), Hannah e Suas Irmãs (1986), Bullets Over Broadway (1994), Match Point (2005), Vicky Cristina Barcelona (2008), Meia-noite em Paris (2011) e Blue Jasmine (2013). O crítico de cinema Roger Ebert descreveu Allen como "Um tesouro do cinema". Allen foi indicado 23 vezes e ganhou quatro Oscars: três de Melhor Roteiro Original e um de Melhor Diretor (Annie Hall). Ele tem mais indicações ao Oscar de roteiro do que qualquer outro roteirista: são dezesseis indicações. Ele ganhou nove BAFTA. Allen apresenta-se regularmente como um clarinetista de jazz em locais pequenos em Manhattan.

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    Nova Iorque, Estados Unidos

    Allan Stewart Königsberg