Resista, Não Faça Nada - A Batalha pela Economia da Atenção

    Jenny Odell

    Latitude
    2021
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-10: 6589275017
    Português Brasileiro

    PARA ALÉM DAS REDES Em um mundo onde a tecnologia viciante é projetada para comprar e vender nossa atenção, e nosso valor é determinado por uma produtividade 24 horas por dia, sete dias por semana, pode parecer impossível escapar dessa corrida por curtidas, sininhos e do sentimento de um grande vazio. Então, pare e não faça nada! Pois não há nada mais difícil atualmente do que não fazer nada. Para Jenny Odell, este ato vai além de se desligar da sociedade e viver como um eremita. Ou fazer reclamações superficiais sobre as mídias sociais, um “detox digital” ou um retiro no alto de uma montanha. A autora do Vale do Silício traz uma reflexão profunda, porque entende que a atenção humana é o recurso mais precioso que temos hoje e que se tornou uma moeda de troca muito valiosa. Resista: não faça nada é um olhar cuidadoso e embasado em pesquisas sobre como direcionar melhor nossa atenção nas redes, administrar o uso da tecnologia de modo a equilibrar a vida entre o mundo digital e o real. E dessa forma encontrar maneiras de reconstruir nossa conexão humana e entender nosso verdadeiro papel no mundo. Agora você tem em suas mãos as ferramentas necessárias para não se afogar em algoritmos virtuais e resistir à indústria da atenção.

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    Jessica Batista26/07/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Parece autoajuda barata, mas não é!

    Discute como as empresas (especialmente as de redes sociais) têm capturado e lucrado com nossa atenção. A autora parte do ponto de vista micro, o da própria experiência, para refletir o impacto disto no macro (socialmente), e sua proposta de solução vai muito além do "saia do Facebook e vá ler um livro". Baseada em autores importantíssimos como Walter Benjamin, Gilles Deleuze, Hannah Arendt e Audre Lorde, sua argumentação não é um mero achismo. A capa e o título não são exatamente correspondentes com o conteúdo, passando uma imagem mais de autoajuda (individual) do que de uma reforma social, como defende a autora. Leitura fluida, apesar do conteúdo denso. E cheguel ao final meio cansada, apesar da leitura fluida. Infelizmente, esta edição tem vários errinhos de revisão.

    13 curtidas

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