Depois que o grande segredo de Seraphina foi revelado, ela precisará iniciar uma jornada difícil em busca de seus semelhantes, os únicos capazes de ajudar na iminente guerra que agora assola seu reino.
Entretanto, embora possua uma mente poderosa, alguns aliados do passado tentarão de tudo para impedí-la. A batalha pelos seus sonhos parece cada vez mais distante de ser ganha e o destino de todos pode estar por um fio.
O que achei?
A conclusão da duologia de Seraphina foi perfeita em vários aspectos, a começar pelas cenas finais em que a autora traz uma batalha diferente entre a mocinha e o vilão, algo que você será incapaz de imaginar, a não ser que leia essa fantasia.
As tramas políticas estão mais amarradas no segundo livro e a narrativa toma rumos brilhantes, carregada de tensão e reviravoltas, dando aquele clima de desespero no leitor.
Assim como o primeiro volume, é necessário ler com a máxima atenção, pois estamos falando de uma trama que não subestima o leitor e é recheada de terminologias próprias de seu universo, que podem confundir caso não haja cuidado.
Embora tenha sido uma conclusão épica, a autora deixou muitos pontos sem nó e personagens importantes ficaram um pouco esquecidos. Essa foi a única razão para não ter dado uma nota maior.
Sendo um livro grande e denso, eu esperava mais dedicação a alguns enredos, que gostaria muito que tivessem sido abordados.
Por fim, foi uma leitura mais demorada sim, mas não menos prazerosa, já que sou uma fã convicta do gênero e pude encontrar nessa série uma faceta diferente para a mitologia dos dragões, como nunca vi antes.