"Sozinha reflete o universo e abre-nos uma janela para uma intimidade pontilhada de solidão e dor, ...morre a esperança Nasce a solidão. Um percurso persistente marca as poesias: solidão-amor de braço dado. O amor é inviolável e inabalável"
"Sozinha reflete o universo e abre-nos uma janela para uma intimidade pontilhada de solidão e dor, ...morre a esperança Nasce a solidão. Um percurso persistente marca as poesias: solidão-amor de braço dado. O amor é inviolável e inabalável"

"Carla Santos nasceu em Maio de 1961, no Huambo, Angola, é filha de pai angolano, J. Armando Duarte Alves, e de mãe portuguesa, Elvira F. Martins. Passou a sua infância entre o Moxico, Huambo e Cubal, onde têm início os seus estudos primários, mas termina a 4ª classe no Cuemba, porque o seu pai trabalhava no CFB. Entre os seus 9/10 anos fica no Huambo, para ingressar no antigo Liceu Norton de Matos, no ensino secundário. É aqui que a sua vida sofre uma mudança radical, pois conhece novos amigos, tem uma vida diferente e própria e, aos estudos, começa a juntar o gosto pela escrita e pela música. Em 1974, acontece a revolução em Portugal e, consequentemente, a Independência das ex-colónias e, depois de tempos conturbados, em Setembro de 1975 ruma sozinha para Lisboa. O ano de 1985 é um marco muito importante na sua vida, pois nasceu o seu filho, André. Em 1998, conhece o seu marido, Carlos Santos, com quem vive até hoje. Em 2009, decide que é tempo de voltar às suas raízes e embarca para Luanda, onde se mantém até hoje, apesar de alguns interregnos, por motivos de saúde. O seu sonho é poder, de alguma forma, contribuir para a Paz e a Prosperidade do seu País."