Butterfly

Butterfly Kathryn Harvey
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Resenhas - Butterfly


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Tami 22/07/2015

Surpreendente!
Fui surpreendida. Positivamente é claro. Quando comprei este livro, achei que ele fosse no estilo da saga Toda Sua, mas eu estava redondamente enganada. É MUITO MELHOR! Hahahaha'
Trata-se de uma história em busca de poder, movida pelo desejo de vingança, também há corrupção, prostituição, violência e traição. É um livro muito bem escrito, pois não é focado no sexo e as cenas são descritas com muito bom gosto.
Você fica hipnotizada pela forma que a trama se desenvolve, literalmente fica em choque com a história de vida dos personagens.

Super recomendo. Agora estou ansiosa para ler a continuação. Hehe
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Skoob3rs 17/07/2015

Sim, é erótico! Mas não imagine que vai ler mais um livro que conta as loucuras sexuais de um empresario Fodastico com uma bela e "inocente" funcionária.

Essa trilogia é diferente de todo erótico que vc ja leu. Nas primeiras páginas você entra no universo sexual, mas logo conhece a história de Rachel uma garota pobre que tem um lar destruido e de Beverly uma mulher poderosa, rica e misteriosa.
A autora Kathryn te apresenta uma história de vingança, mostra o lado frio e calculista do ser humano, te revela o que um coração ferido pode fazer.
Se vale a pena ler? Sim, você vai ficar preso nessa leitura magnífica.

Trilogia:

Butterfly
Stars
Vip *Todos já lançados no Brasil
Betha" 18/07/2015minha estante
Muito bom saber disso . eu tenho essa trilogia em casa a um bom tempo mas ainda nao li .. Kkkk logo irei ler




28/05/2015

Resenha – Butterfly.
Diferente de todos os livros eróticos que já li até agora. Butterfly aborda temas que temos presentes em nossos dia a dia; Pedofilia, Violência, Prostituição e Fanatismo Religioso. Não é mais um rala e rola, esse livro tem uma trama de surpreender.

Demorei séculos para ler, confesso, mas é porque não tinha tempo e não queria ler correndo então quando surgiu uma oportunidade de sentar e ler não parei até acabar.

Butterfly é um clube exclusivo para mulheres que querem realizar suas fantasias sexuais, mas se pensam que o clube é o que prende a gente na leitura estão enganados. Temos sexo? Sim temos, mas não são os pontos altos do livro pelo contrário podemos dizer que o clube Butterfly e o sexo são apenas introduções ao que realmente importa; Vingança!

Jessica uma advogada de sucesso casada com Jonh, esse homem adoro criticar a esposa tinha vontade de dar uns tapas nele e nela. Trudie engenheira, dona de uma empresa de construções precisa impor respeito em um espaço dominado pelos homens. Linda uma médica divorciada e sexualmente frustrada. Por mais que está frequente o Butterfly não consegue se deixar levar pela fantasia.

Todas tem algo em comum, são associadas do clube Butterfly onde seus desejos mais secretos ganham voz e mais umas coisinhas…

O livro é narrado a cada capítulo por uma (o) protagonista e vemos todos os lados da história. Viajamos no tempo para a década de 50 que foi na época em que tudo começou, conhecemos como as coisas eram naquele tempo e as dificuldades que nossa protagonista passou para chegar até onde está.

Nossa protagonista é Rachel Dwyer, mas não posso e nem quero falar sobre ela. Ela sofreu demais em tão pouco tempo de vida e no que ela se transforma é um UAU, segura essa mulher!!! Gente ela é demais. Esperava ansiosa pelos capítulos narrados por ela.

Muitos acreditarão que Butterfly seria um livro erótico. Sinceramente não tem comparação com os livros eróticos lançados, esse é muito superior em tudo. As cenas de sexo contém algo a mais do que simplesmente “Me joga na parede”.

O emaranhado de coisas que descobrimos durante a leitura e bom demais. Mesmo com essa troca de narração e de tempo (passado e presente) a autora não se perdeu em momento algum. Construiu personagens fortes e com características próprias. Não é mais o mesmo do mesmo se vocês me entendem.

Sua continuação é Stars e o livro continua bombástico como o primeiro. O final sinceramente foi de chocar até os mais espertos.

E é isso vou parando por aqui o entrego o livro inteiro e isso não queremos não é?

Publicado originalmente em Portal Julund.

site: http://nosleitoras.com/resenha-butterfly/
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Conchego das Letras 09/04/2015

A capa e a sinopse me fizeram crer que ele seria um livro completamente no estilo hot, uma estilo que não costuma me agradar nem um pouco, mas surpreendentemente esse não foi o caso. É o primeiro livro de uma trilogia, mas que pode, sim, ser lido como livro único e apresenta uma trama muito bem trabalhada.

Penei muito para me decidir que nota dar para este livro. Ficava em uma eterna luta entre o 3 e o 4, porque na verdade queria dar 3,5, mas acabei me resolvendo pelo 4 pelo simples motivo dele ter sido uma total surpresa para mim.

Escrito na década de 80, disponível desde a década de 90 nos EUA e lançado no Brasil apenas em 2012, Butterfly apresenta temas que podem ser considerados como atuais até mesmo no século XXI! Intercalando presente e passado a todo o momento, porém sem fazer com que o leitor se perca ou se confunda, a autora vai fornecendo, a cada capítulo, uma nova pecinha para o envolvente quebra-cabeças que nos é fornecido nesse enredo.

O livro conta a história de luta pela superação de diversos tipos de traumas diferentes de 3 mulheres - uma, com dificuldades de se apaixonar; outra que acredita não ter como ser feliz no amor porque nunca teve um orgasmo e a última por ter um marido controlador que a fazia se anular.

Entretanto, essas mulheres, na verdade, nada mais são do que o plano de fundo (nem sempre tão interessantes assim) para a história de Danny e Rachel.

O que dizer sobre eles sem dar spoiler? Bem, muito pouco. Eles definitivamente são o foco principal da história, ambos com personalidades interessantíssimas de se ler a respeito e um sonho muito claro traçado como objetivo de vida. Eles, obviamente se envolvem e é desse envolvimento que se desenrolará uma história repleta de altos e baixos, reviravoltas, amor, carinho, cumplicidade e ódio, muito ódio.

Vejam bem, pelo que falei até agora vocês podem pensar que o erotismo nem faz parte da história. Isso não é verdade! Ele existe no livro, mas é muito bem dosado e não chega, nem de longe, a ser o foco principal da história, que trabalha ainda temas como prostituição, preconceito de gênero, política e religião (aqui tanto de um ponto positivo quanto de um ponto negativo).

Um livro que é mais do que aparenta ser, que tem uma sinopse no skoob que não faz juz ao seu conteúdo, que apresenta uma leitura agradável e flúida. Butterfly é um boa pedida para uma noite de chuva ou final de semana tranquilo.

Curiosidade sobre a autora: Kathryn Harvey é, na verdade, a escritora Barbara Woods. A escolha de usar um pseudônimo foi feita por seu agente e seu editor que consideraram conveniente para indicar a diferente entre o estilo de livro que estaria sendo escrito sob o nome de Kathryn Harvey para os romances que levavam o nome de Barbara Woods.

Esta resenha, escrita por Mari Ramos, e muitas outras podem ser encontradas também em nosso Blog.

site: http://conchegodasletras.blogspot.com.br/2015/04/resenha-butterfly.html
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Mari 08/04/2015

A capa e a sinopse me fizeram crer que ele seria um livro completamente no estilo hot, uma estilo que não costuma me agradar nem um pouco, mas surpreendentemente esse não foi o caso. É o primeiro livro de uma trilogia, mas que pode, sim, ser lido como livro único e apresenta uma trama muito bem trabalhada.

Penei muito para me decidir que nota dar para este livro. Ficava em uma eterna luta entre o 3 e o 4, porque na verdade queria dar 3,5, mas acabei me resolvendo pelo 4 pelo simples motivo dele ter sido uma total surpresa para mim.

Escrito na década de 80, disponível desde a década de 90 nos EUA e lançado no Brasil apenas em 2012, Butterfly apresenta temas que podem ser considerados como atuais até mesmo no século XXI! Intercalando presente e passado a todo o momento, porém sem fazer com que o leitor se perca ou se confunda, a autora vai fornecendo, a cada capítulo, uma nova pecinha para o envolvente quebra-cabeças que nos é fornecido nesse enredo.

O livro conta a história de luta pela superação de diversos tipos de traumas diferentes de 3 mulheres - uma, com dificuldades de se apaixonar; outra que acredita não ter como ser feliz no amor porque nunca teve um orgasmo e a última por ter um marido controlador que a fazia se anular.

Entretanto, essas mulheres, na verdade, nada mais são do que o plano de fundo (nem sempre tão interessantes assim) para a história de Danny e Rachel.

O que dizer sobre eles sem dar spoiler? Bem, muito pouco. Eles definitivamente são o foco principal da história, ambos com personalidades interessantíssimas de se ler a respeito e um sonho muito claro traçado como objetivo de vida. Eles, obviamente se envolvem e é desse envolvimento que se desenrolará uma história repleta de altos e baixos, reviravoltas, amor, carinho, cumplicidade e ódio, muito ódio.

Vejam bem, pelo que falei até agora vocês podem pensar que o erotismo nem faz parte da história. Isso não é verdade! Ele existe no livro, mas é muito bem dosado e não chega, nem de longe, a ser o foco principal da história, que trabalha ainda temas como prostituição, preconceito de gênero, política e religião (aqui tanto de um ponto positivo quanto de um ponto negativo).

Um livro que é mais do que aparenta ser, que tem uma sinopse no skoob que não faz juz ao seu conteúdo, que apresenta uma leitura agradável e flúida. Butterfly é um boa pedida para uma noite de chuva ou final de semana tranquilo.

http://conchegodasletras.blogspot.com.br/2015/04/resenha-butterfly.html
fernanda.hahne 08/04/2015minha estante
Puxa, sua resenha fez com que eu me interessasse pela obra. Vou adicionar `a minha lista!


Mari 08/04/2015minha estante
Obrigada Fernanda!!!
Temos outras resenhas no Blog também. Depois dá uma olhada. =)




Paola 30/03/2015

Amei
O livro me prendeu do início ao fim. A história é muito bem contada, com diversos personagens (alguns irrelevantes para a trama principal, mas interessantes mesmo assim). Misturando o passado com o presente. a narrativa nos faz tentar ligar as histórias contadas com um enredo emocionante. Os diversos momentos eróticos são um pouco irrelevantes para o enredo principal, mas tornam o livro ainda mais interessante. Achei o final muito insatisfatório, pois senti algumas questões mal finalizadas e queria que o personagem "vilão" tivesse tido muito mais sofrimento, mas toda a minha frustração terminou quando li a sinopse da continuação (Stars). Recomendo muito, fiquei apaixonada pela história!
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Érika 08/03/2015

Butterfly
Butterfly trouxe uma história diferente da minha expectativa e apresentou uma narrativa diferente trabalhando com diversos núcleos e interligando as histórias de modo cronológico e bem estruturado. Me agradou bastante o modo como a narrativa foi construída relacionada as datas e a fatos históricos que ocorreram nos Estados Unidos, isso trouxe mais veracidade e e este livro em si passa por diversos temas como: prostituição, abuso, aborto, abuso da fé dos alheia, política, vingança, retratando as realidades diretamente e durante a leitura eu precisei de alguns momentos para recuperar o folego e absorver o que era contado naquele trecho da história.

Os temas abordados acima fazem a ligação entre as histórias, geram uma narrativa com intrigas, política, e religião e como diversas vidas são afetadas e estão interligadas através do desejo de poder que Danny Mackay almeja conquistar com os princípios do livro "O príncipe de Maquiável".

Várias mulheres aparecem durante a história e cada uma apresenta uma personalidade e uma vida presa por alguma limitação, e elas cresceram num período em que o papel da mulher mudou na sociedade trazendo conquistas que antes pareciam impossíveis de ocorrer.

"(...) as mulheres estão pagando por sexo. É um fenômeno de nossa liberação, desde que a pílula nos deu liberdade sexual. Quem haveria de pensar, vinte ou trinta anos atrás, que haveria revistas sexuais para mulheres, como a Playgirl, ou clubes de striptease?(...) Isso só serve para provar o que temos clamado o tempo inteiro: que as mulheres querem o mesmo tanto de sexo que os homens (...)" p. 433

Em meio a nova liberdade adquirida da mulher acontece o desenvolvimento do Ministério da Boa Esperança graças ao pastor Danny Mackay com seu carisma e aparência de bom moço viaja o país com sua igreja e cada vez mais conquista mais fiéis propagando a moral, os bons costumes, e comprando o perdão das pessoas com as doações feitas para a igreja e construindo um grande patrimônio por baixo dos panos. Ele não tem limites e nem escrúpulos para crescer na vida, o que causa uma contradição com a fé que ele "defende" e provoca diversos questionamentos sobre religião, política,e em como um homem conseguiu prejudicar tantas vidas com a sua ganância.

Dentro desse Estados Unidos existe um lugar único e exclusivo para as mulheres realizarem suas fantasias, esse lugar é o Butterfly. Localizado nos fundos de uma loja de roupas masculinas. Um dos grandes mistérios desse lugar mágico que satisfaz as mulheres é quem esta por trás desse sonho, quem teve aquela ideia em meio a uma sociedade que tem uma igreja lutando contra a depravação e pornografia? Enquanto esse fato não é revelado as frequentadoras do clube vão ao local em busca daquilo que não encontram na vida real. Trudie busca um homem que a satisfaça tanto no intelectual quanto no sexual, Jéssica busca sua auto afirmação como mulher independente, já que seu marido não permite nenhum pensamento diferente do dele dentro de casa, e outras seletas mulheres vão em busca de descobrir algo sobre si mesma nessa fábrica de desejos.

As pequenas tramas da vida de várias mulheres se interliga e em diversas vidas foram prejudicadas pelo pastor Danny Mackay. Essas histórias tem uma ligação e formam um todo narrativo com inicio, meio e fim, mas, de modo sutil, o final da história fica uma brecha para a continuação e há uma continuação. A leitura foi intensa e forte e eu me perguntei se em algum momento essa história realmente ocorreu pela riqueza de detalhes e pelos fatos interligados sem a perda do fio narrativo. Os personagens me conquistaram e cativaram por que eles tinham um obstáculo a ser superado, mas esse obstáculo não era superficial. O desafio a ser superado me chocou algumas vezes e me fez pensar muito sobre os personagens e o que a história de cada um queria trazer para a minha visão daquele universo. Recomendo a leitura de Butterfly por que é envolvente, esperto e mesmo sendo escrito em 89 ainda fala de temas atuais, que infelizmente ainda estão presentes na sociedade atual.

site: http://recantodelivros.blogspot.com.br/
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Andréia 26/02/2015

Resenha Butterfly - www.starbooks.com.br
Devo começar dizendo que Butterfly não foi nada do que eu esperava. Pela capa e sinopse eu estava crente que se trataria de um romance erótico, estava até receosa de ler, ainda bem que arrisquei, mesmo sendo considerado um livro erótico, a obra da Kathryn Harvey é muito mais e melhor do que eu poderia esperar. Butterfly foi uma das minhas melhores leituras de 2014!

Butterfly tem vários personagens, ele narra a estória, contando um pouco do dia a dia de 4 mulheres que têm suas vidas conectadas por um lugar em comum. Vemos o amadurecimento de cada uma. São mulheres fortes, independentes, algumas com traumas e outras que deixam ser guiadas pela sede de vingança, todas sentem falta de algo nas suas vidas pessoais.

Butterfly é um elitizado e exclusivo clube de sexo, onde suas afiliadas conseguem satisfazer todo e qualquer sonho erótico, tendo uma equipe sempre a postos para o que precisar; muitas vão lá para realizar suas fantasias e outras, vão em busca de ajuda para superar problemas que vão muito além de algo simplesmente sexual. Detalhe, o clube só aceita mulheres como sócias.
‘‘Era uma história tão antiga quanto as rochas das montanhas: as mulheres vendendo e os homens comprando. Por que nunca era de maneira inversa?’’
Butterfly vai muito além de qualquer coisa que eu poderia escrever nessa resenha. Ao longo da leitura acompanhamos a trajetória da jovem Rachel que ama ler e que até hoje, dentre todos os livros que já li, é a protagonista que eu mais vi sofrer e que mais se superou, refleti muito com ela. Acompanhamos a estória de outras personagens, mas a Rachel é a protagonista do livro e a estória dela é de deixar o queixo caído.

Eu não posso falar muito sobre a Rachel, pois seria um grande spoiler, vou citar algumas coisas sobre ela: ela sofreu abuso do pai e do primeiro namorado, foi forçada a se prostituir, entre outras coisas que marcaram a sua alma, mas que de forma alguma a definem, e ela deu a volta por cima, e que volta, ela realmente mostra o que a determinação de uma pessoa é capaz de fazer, mesmo que essa determinação seja por vingança; e a curiosidade de saber o desfecho dessa estória nos compele a devorar página por página.
‘‘ – De qualquer forma, isso aconteceu há muito tempo e em um mundo que já não existe. Mas desde então, passei a depositar minha fé no dinheiro. Idolatro dinheiro, Beverly. E sempre o farei. E se você for inteligente, prestará atenção ao que lhe digo. Dinheiro é poder, Beverly. Dinheiro é a chave para a liberdade. O dinheiro permitirá que você faça tudo o que quiser. Entende o que eu digo?''
Butterfly nos apresenta uma realidade bárbara, chocante, degradante e revoltante. Tem corrupção, intriga, mistérios e planos de vinganças muito bem orquestrados (o que me lembrou um pouco o seriado Revenge, para quem gosta, fica a dica). Também vemos o que acontece com várias mulheres que tentam superar circunstâncias adversas e como elas conseguem mudar algum aspecto importante da sua realidade.

Mesmo que o clube Butterfly dê a impressão de ser um livro erótico, ele não tem muitas cenas de sexo e as que têm não são detalhadas não podendo ser comparado a 50 tons de cinza, paixão sem limites e outros livros do gênero, por exemplo. Alguns dos temas abordados foram mais fortes do que uma cena de sexo jamais seria.
‘‘(...) E ele conhecia o poder do seu sorriso. Ele o lançava para sua congregação e eles enlouqueciam, tanto homens quanto mulheres. Todos os homens verão o que você parece ser, escreveu Maquiavel. Poucos saberão o que de fato é. As multidões são sempre impressionadas pela aparência, e o mundo é feito de multidões.’’
É impossível não sentir empatia pela maioria dos personagens e não lhes desejar o melhor. Os personagens têm características únicas e são ricamente desenvolvidos, a escrita da autora é muito boa. O final, ao meu ponto de vista foi perfeito. Agora estou curiosa para saber o que me aguarda no segundo volume (que pelo que eu vi narrará a estória de novos personagens).

Butterfly é um livro que eu realmente recomendo para todas as mulheres, de verdade, ele faz você refletir, que você deve acima de tudo se valorizar, que você vale a pena, que tudo tem um limite e que o seu corpo é SEU, e de mais ninguém; que você pode se permitir curtir a vida, mas nunca se permita ser usada, nem permita que alguém te faça sentir inferior se você não quiser, que você é forte, que você pode mudar a sua realidade, que você pode dizer não, que você tem o poder de fazer e ser quem quiser.

Curiosidade: O livro foi publicado pela primeira vez em 1974 e parece ser um livro tão recente, durante a leitura parece que os personagens estão no presente, isso para mim, só demonstra mais ainda o talento da Kathryn Harvey, que é o pseudônimo utilizado pela Barbara Wood.

site: http://www.starbooks.com.br/2015/01/resenha-butterfly-kathryn-harvey.html
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Rosem Ferr 26/02/2015

Sensacional, sexy, instigante, inspirador.
A Universo dos livros realmente cumpre o que promete, Butterfly é sem dúvida o melhor livro do gênero hot atualmente no mercado. Quando digo melhor, me refiro a qualidade, da capa ao conteúdo o tomo de 520 paginas é uma obra de arte da literatura erótica.

Kathryn Harvey, pseudônimo que usou Barbara Wood, para a publicação de seu Butterfly é uma escritora experiente, portanto em sua trama não há nenhuma receitinha de bolo, em sua criatividade impar, nos surpreende a cada capítulo com um enredo envolvente e repleto de profundidade muitas vezes abissal.

Um prologo sensualíssimo, nos introduz em um mundo de fantasia X realidade, porta de acesso para uma história que se apropria do clímax, para em suspensão, nos instigar a buscar suas origens.

No território das preliminares, o Club Butterfly...
Nos primeiros capítulos dos 52 restantes, iremos conhecer o Club e suas poderosas associadas, a narrativa em 3ª pessoa nos oferece os mínimos detalhes de lugares, fatos e personagens que de tão verossímeis são praticamente palpáveis, se é através de Linda, Trudie, Alexis que a autora irá explorar inicialmente as fantasias e desejos femininos , será em Naomi, Carmen, Ann, Maggie, Jessica e na inesquecível Raquel/Bervely que ela alcançara a essência da alma feminina em exposições de motivos e emoções de sensibilidade arrebatadora.
Se por um lado temos grandes mulheres, em Butterfly, as personagens masculinas não são deixadas ao acaso. Homens que vão do sensualismo a selvageria, personalidades de “desfilam” desde o angelical até o megalomaníaco, envolventes, encantadores, canalhas, egocêntricos, sedutores e perigosos, é claro que o conflito tinha que estar em pé de igualdade.

Emoção, sentimentos, paixões, desejos, amor e ódio...Origens !

Novo México, 1952. Aqui inicia-se a fabulosa jornada de Raquel, de menina pobre e solitária amante de livros à uma das mais influentes e poderosas mulheres da Califórnia.

A trama das tramas! Um livro único.

Nessa aventura, entre aterradora, fascinante e inspiradora aos poucos irá revelando-se a história desta dama da Alta Sociedade hoje nomeada Bervely, que será o pano de fundo para o magnífico enredo entre o antes e o depois, em que tudo está ligado, todos são parte de uma imensa teia, desde os aspectos ínfimos até os mais bizarros.
Há de ressaltar-se que a transição ideológica, política, comportamental e principalmente a evolução dos direitos femininos é salientada de forma magistral, pela autora, conforme entretece as décadas que decorrem na construção do Império econômico e social de Bervely Highland e Danny McKay.

Sim, Danny McKay, ele é tudo de bom e tudo de mal, um anjo e um demônio, “o inicio, o fim e o meio”, como imunizar-se com um homem como Danny ? ele é a obsessão de Bervely.

Avassalador, no que tange a natureza humana.
Libertinagem, Fanatismo, corrupção...Obsessão !

Muitas historias paralelas vão desenhando-se neste surpreendente pano de fundo, homens e mulheres que buscam a satisfação de seus sonhos e desejos mais profundos, de amor, de aceitação, de desafio, de reconhecimento e até de perversão.

“...Por que uma mulher compraria a companhia de um homem? Para receber um pouco de atenção que o marido ou o namorado não lhe dá? Para afastar a insuportável solidão? Para buscar algum significado na vida? Para acreditar ainda que, apenas por uma hora, ela é bonita e desejável? Ou apenas para se divertir?”

Erotismo a flor da pele, máscaras, penumbras, texturas, cheiros, sabores...
Homens habilitadíssimos na arte do prazer feminino.

As cenas das fantasias eróticas são delicadas, instigantes e de extremo bom gosto, o clima é de sonho e segredos revelados... ui monsier, mon petit affair.

Aliás todo o clima é de alta classe, as descrições dos menus, bebidas, músicas, lugares, eventos, alta costura, decoração UAU! Butterfly é o ápice do bom gosto e requinte.

AMEI! Maravilhoso, Poderoso, Absoluto!

By Rosem Ferr.:.








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Rascunho com Café 25/02/2015

Vingança é um prato que se come frio
Butterfly foi o livro escolhido a partir de um sorteio TBR Jar (abreviação de To Be Read, lista para ler), confesso que fiquei com um pé atrás com a escolha, porque nunca havia ouvido falar da autora e não sou nem um pouquinho fã de literatura hot, a capa e a sinopse traziam indícios do tema. Porém, vamos combinar que julgar um livro pela capa é o pior erro de um leitor, e mordi a língua.


Logo no início da leitura, nos deparamos com um mistério sobre a identidade do homem e da mulher apresentados, mas não fica por aí, capítulo após capitulo personagens sem relação à primeira vista, vão surgindo e mais perguntas ficam sem respostas. A autora, propositalmente, só revela a cronologia que começa em 1952, deixando as outras épocas e alguns personagens sem interligação aparente. E esse é o grande X da questão, descobrir quem está por traz de Butterfly e a mudança que esse lugar faz em cada uma das mulheres que o frequentam.

Longe de ser hot, considero esse estilo a obra com várias descrições de sexo explícito, o livro é erótico e extremamente feminista, pois levanta a bandeira que as mulheres têm os mesmos direitos de prazer que os homens.

A autora Kathryn Harvey é o pseudônimo de Barbara Wood escritora de romances históricos, quando me deparei com esse apelido nem suspeitei que fosse ela, de quem já conhecia de outras obras. Não suspeitei dessa identidade porque a escrita e o desenvolvimento são muito parecidos com os livros de Sidney Sheldon, autor de “Se Houver Amanhã” e “O Outro Lado da Meia-Noite” entre outros, em alguns momentos eu achava que estava lendo uma trama do falecido autor, com suas mulheres poderosas, femininas e vingativas.
No fim, eu amei esse livro. A leitura era muito rápida e fluida, com certeza lerei a “Stars” e “VIP” que são a continuação da série. Não porque Butterfly deixou Cliffhangers, mas porque o estilo de Kathryn/Barbara realmente me interessou. Nota 4,0.

Boo Nina

site: http://www.rascunhocomcafe.com/2015/02/butterfly-vinganca-e-um-prato-que-se.html#.VO4TufnF-ms
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Lilinha 20/11/2014

Sinceramente não tenho o que reclamar deste livro. É bem escrito, os personagens são bem trabalhados, a história é interessante...nossa tem de tudo: romance, ação, drama... Não da vontade de largar.
Recomendadíssimo!!!!
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sandra 15/11/2014

Butterfly
Isto não é uma resenha e sim um comentário , este livro prova que vingança é um prato que se come frio e neste caso bem frio...

Á primeira vista engana pela capa , passa a ideia (pelo menos para mim) de ser mais do mesmo no que se diz romance erótico, mas não é o que acontece existem algumas cenas de sexo mas não é o que prevalece na historia, que por sinal achei muito bem construída , enfim recomendo este livro pois a historia vale muito á pena .
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Carla Martins 21/07/2014

Ótimo e original
Mais em: http://leituramaisqueobrigatoria.blogspot.com.br/

Butterfly é um livro diferente e original. Sim, ele tem pitadas eróticas, mas elas são só pitadas, mesmo. Não são o centro da história. Nem de longe. Mas são ótimas para deixar a trama mais leve e mais sensual.

Os capítulos são intercalados entre presente e passado, repleto de drama, sofrimento, redenção e luta. Rachel viveu o inferno durante sua infância e adolescência, culminando com um acontecimento que marcaria sua vida e que a deixaria com um olhar triste para sempre. E esse acontecimento (tá curioso? só descobre o que é se quem ler o livro) foi causado por um homem chamado Danny, o grande amor da sua vida, que depois virou seu pior inimigo.

Rachel mudou de rosto, de nome, de cidade e passou mais um monte de perrengues em busca do seu principal objetivo: se vingar. Será que ela vai conseguir? O final do livro chega no ápice tão esperado e a gente vibra junto com tudo o que acontece. Acho até que faltou glamour, como um beijinho no ombro e uma risada maquiavélica quando ela e Danny trocam olhares antes de o elevador fechar.

O livro é tão bem escrito que você realmente se apega à protagonista e vibra junto com a sua história, assim como com as histórias das personagens do presente, que frequentam o Butterfly, um clube secreto que realiza as fantasias das poucas mulheres sortudíssimas que são aceitas na fraternidade secreta.

Lembro que antes de começar o livro, perguntava para mim mesma o que "borboleta" tinha a ver com a história. E logo no começo do livro fica tudo explicadinho. A historia é realmente bem amarrada, tanto a de Rachel quanto as das associadas do Butterfly: Trudie e as suas piscinas, Linda e seu trauma de infância e Jessica e seu marido idiota.

Vale muito a leitura! Difícil encontrar um livro com enredo rico, drama, erotismo e mistério em uma história fluida e muito bem escrita!

Assim que acabei Butterfly, já fui correndo começar Stars, sua sequência. O último livro da trilogia chama-se VIP. Esse eu ainda não tenho, mas com certeza vou comprar para poder terminar o ciclo. =)
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Raphaela 25/06/2014

UM LIVRO FEMINISTA E SURPREENDENTE
Se você comprar Butterfly por seu conteúdo erótico, já vou avisando que irá se decepcionar. Butterfly é muito mais que um livro erótico, aliás, o erotismo apenas é um instrumento a mais dentro do livro.
Quando o comprei achei que seria mais um estilo 50 tons de Cinza, pornográfico e com muitas cenas quentes. Porém quando comecei a lê-lo, percebi a escassez de cenas eróticas e tive uma leve decepção.
No começo, Butterfly é um livro confuso, principalmente para nós acostumados com os livros New Adults de hoje em dia. Porém, a medida que vc insiste na leitura, vai se envolvendo na estória ( e, meu Deus, que estória!)e as cenas de sexo que intercalam a narrativa acabam sendo apenas uma forma de te despertar mais curiosidade e ansiedade para saber qual o destino, as descobertas, as revelações da narrativa.
O final é surpreendente e te deixará com olhos arregalados. Durante todo o livro torci fervorosamente por Rachel, e tive vontade de ter a coragem, determinação e a boa vontade dela. Rachel se tornou uma heroína pra mim, símbolo do feminismo tão quanto as demais personagens, principalmente as associadas do Butterfly.
Butterfly é um livro destinado principalmente as mulheres e, àquelas oprimidas, seria um remédio e tanto para tirarem uma conclusão sobre a vida e quererem mudar definitivamente.
Butterfly se tornou um dos meus livros favoritos e lamento muito pelo seu pouco reconhecimento na mídia. Nem sempre os livros que estão entre os mais vendidos são verdadeiramente bons. Butterfly é incirível.
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Kênia 22/06/2014

Resumindo, não gostei. Intercalar as histórias e seus respectivos períodos da forma como foi feito, não funcionou para mim. Os cortes eram muito bruscos e meu cérebro demorava a se re-situar. Os nomes, no início, geraram uma certa confusão (sim, não sei o que será de mim quando resolver ler as Crônicas de Gelo e Fogo!), mas depois eu me acostumei.

O discurso feminista permeou o livro inteirinho nas mais diversas situações possíveis. A ideia não é ruim, mas como foi escrito resultou em uma compilação de clichés, não no bom sentido. Resumindo, Butterfly era um lugar destinado à terapia sexual, destinado a curar as mulheres - de sucesso em suas profissões - de seus traumas/problemas nesta área.

Além disso, insistentemente, num mesmo capítulo, sem qualquer recurso de diagramação, o contexto e o personagem mudavam, sem mais nem menos. Ficou confuso e quebrava drasticamente o ritmo da leitura. Os finais dos casais foram óbvios e novamente clichés. Tirando que a protagonista foi colocada como uma ambientalista, mas desfilava com bolsa de enguia e afins. Não sei se pulei esta parte, mas fiquei sem saber qual era o acompanhante que se apaixonou pela cliente. Ou se ele foi o que a Pediatra acabou ficando com ele (o que nem foi explorado... só uma informação aleatória jogada para finalizar o livro).

Gente, que livro pedante, previsível e sem criatividade! Não deixava margem nenhuma para a co-criação do leitor. Todas as respostas em relação aos conflitos entre os personagens foram dados sem dar qualquer trabalho! Em algum momento Bervely/Raquel foi uma lufada de ar nesta linha de raciocínio. Apenas uma lufada. Duvido muito que eu vá ler o segundo volume.
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