A Emparedada da Rua Nova

A Emparedada da Rua Nova Carneiro Vilela


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A Emparedada da Rua Nova


Os Velhos Mestres do Romance Pernambucano




A Emparedada da Rua Nova, de Carneiro Vilela, publicado no Jornal Pequeno, do Recife, entre agosto de 1909 e janeiro de 1912.

A obra causou grande comoção na época, pois a população acreditava que o escritor reproduzia um drama real, baseado numa intrigante investigação policial.
A emparedada da Rua Nova, de Carneiro Vilela, é narrativa folhetinesca, dramática, cheia de lances de suspense, que retrata a sociedade da época a partir de escândalo familiar: relata o caso de uma jovem burguesa, engravidada pelo namorado e que foi emparedada viva em seu próprio quarto para encobrir uma possível “vergonha” familiar. O crime foi cometido num sobrado na Rua Nova, Recife, onde hoje está localizado um prédio que, segundo o neto do escritor, tem o número 200. Sendo provavelmente, ao lado dos romances de Mário Sette, uma das mais conhecidas obras desta coleção. O próprio Lucilo Varejão Filho já havia providenciado, na década de 1980, quando foi membro do Conselho de Cultura da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, uma edição do romance, esgotada. Carneiro Vilela foi escritor prolífico, autor de 14 romances, poemas, comédias, operetas e poesias. Jornalista, publicou vários dos seus romances na forma de folhetim, como A emparedada, publicado semanalmente, entre 1909 e 1912.

Ficção / Literatura Brasileira / Romance

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on 12/5/13


Romance antológico da literatura pernambucana, "A Emparedada da Rua Nova" provoca mais reações pelo título do que pela histórica. Praticamente desconhecido das gerações atuais, o romance de Carneiro Vilella evoca uma lenda urbana centenária no Recife - a da jovem desonrada, que foi emparedada viva pelo pai - como desculpa para descortinar uma sociedade rígida, hierárquica e hipócrita na Recife de meados do século XIX. A história gira em torno de duas famílias abastadas da capital perna... leia mais

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