A Filha da Fortuna

A Filha da Fortuna Isabel Allende


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A Filha da Fortuna





Em 1849, quando chega ao Chile a notícia de que na Califórnia o ouro estava jorrando feito água das fontes, Joaquím Andieta, um jovem idealista, pobre e destemido, não pensa duas vezes: rouba uma carga do armazém da Companhia Britânica de Importação e Exportação, onde trabalha, e arranja o dinheiro necessário para embarcar no navio que o levará até o Eldorado americano, onde espera amealhar a riqueza necessária para dar à velha mãe uma vida digna e para, finalmente, poder casar-se com Eliza Sommers por quem apaixonara-se pouco antes de tomar a decisão de deixar o Chile. Ocorre que Eliza, uma bela e frágil jovem criada e educada por imigrantes ingleses, não suporta a ausência do amado. Resolve embrenhar-se no porão de um navio e, com a ajuda do amigo chinês Tão Chi en, parte para a Califórnia, onde espera reencontrar o grande amor de sua vida. Mas o destino lhe reserva um verdadeiro inferno de surpresas e desencontros hostis, o que faz com que Eliza perca a sua inocência da forma mais lancinante possível. Essa seria apenas uma contundente história de amor não fosse o extraordinário talendo narrativo da escritora chilena Isabel Allende. Neste romance, Allende impressiona o leitor ao recriar com espantoso realismo todo o clima e a atmosfera social, política e cultural que marcou o Chile depois que o país se tornou independente, em 1810. A recostituição literária da cidade portuária de Valparaíso, cenário que domina a primeira parte do romance, é um dos pontos altos da obra que, de resto, confirma Allende como o grande nome da literatura hispano-americana da atualidade.



Por Hamilton dos Santos

Drama / História / Literatura Estrangeira / Romance

Edições (4)

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Resenhas para A Filha da Fortuna (19)

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Peguei carona na narrativa e embarquei nas venturas e desventuras de Eliza.
on 5/1/13


Quem já leu algumas das minhas pseudoresenhas que, fiz dos livros da escritora I. Allende, sabe da minha paixão pela narrativa dessa escritora. Em A Filha da Fortuna ela não me desapontou, muito pelo contrário, a narrativa empregada fez com que minha imaginação se tornasse absurdamente atrevida. Não teve por onde: peguei carona na narrativa, me tornei uma argonauta, e embarquei nas aventuras de Eliza Sommers ou será que devo dizer desventuras? Bem, Eliza, a jovem chilena, cresc... leia mais

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