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    A insustentável leveza do ser -

    Milan Kundera

    Companhia das Letras
    2017
    344 páginas
    11h 28m
    ISBN-13: 9788535928839
    Português Brasileiro
    4.3
    23735 avaliações
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    Favoritos644Desejados29414Avaliaram23735

    Um clássico da literatura contemporânea relançado em nova edição de capa dura. Neste que é sem dúvida um dos romances mais importantes do século XX, ficção e filosofia se entrelaçam por meio da história de quatro adultos capazes de quase tudo para vivenciar o erotismo que desejam para si. Como limite, encontram um tempo histórico politicamente opressivo e o caráter enigmático da existência humana. Infidelidade, amor, compaixão, eterno retorno, acaso e arbítrio são alguns dos grandes temas que Kundera articula num romance de ideias e paixões, em que o leitor percorre conceitos filosóficos de braços dados com cada um dos personagens - Tereza, Tomas, Sabina e Franz - e acompanha suas histórias de vida com a profundidade de um estudo. O resultado é uma obra em tudo original, um clássico da literatura contemporânea.

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    Resenhas (2226)Ver mais
    Jonara Oliveira picture
    Jonara Oliveira26/03/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Este é decididamente o livro mais humano e mais profundo que eu já li. Conta a história da vida de 4 personagens, Thomas, Teresa, Sabina e Franz. Kundera é muito delicado e sensivel ao construir cada um deles, e eles são muito verdadeiros em todas as suas atitudes, pensamentos e principalmente sentimentos. É tão raro a gente ler um livro onde conseguimos nos identificar realmente com algo. Onde a descrição das sensações e contradições das nossas atitudes consegue ser tão real. Quantos livros já lemos em que as relações são fantasiosas, idealistas, exageradas, ou simplesmente falsas. Este livro me encantou de uma forma que nenhum outro jamais chegou perto, em se tratando de relações humanas. Me acertou em cheio, justamente por ser tão sincero. O peso e a leveza são bons e são ruins, os instantes em que ocorrem, um ou outro, determinam se são positivos ou negativos. Faz sentido a leveza ser muitas vezes insustentável. Faz sentido as coisas chegarem ao um limite, e o limite das coisas é algo determinante. Sempre pensei nisso, nos limites e bordas das coisas/ cidades/ sentimentos. São as áreas mais delicadas de todo o resto. Quando ele fala das situações em que os polos opostos se aproximam a ponto de unir seus limites, e a questão se torna de uma leveza insustentavel, não sei como explicar mas isso faz um sentido absurdo para mim. Achei simplesmente fantástico. Não é um livro que recomendo a todos. Acho que é preciso ter vivido um pouco antes de ler ou não vai ser aproveitado como deveria. E também acho que deve ser lido com muita atenção, calma e tempo, para pensar em cada um dos personagens profundamente, para refletir sobre os relacionamentos em geral. Aos que embarcarem na leitura, aproveitem bem!

    495 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 23735
    • 5 estrelas47%
    • 4 estrelas32%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas1%
    Milan Kundera profile picture

    Milan Kundera

    Milan Kundera é um autor tcheco. Nascido no seio da erudita família de classe-média do senhor Ludvik Kundera (1891-1971), um pupilo do compositor Leoš Janáček e um importante musicólogo e pianista, o cabeça da Academia Musical de Brno de 1948 à 1961. Kundera aprendeu a tocar piano com seu pai. Posteriormente, ele também estudou musicologia. Influências e referências musicológicas podem ser encontradas através de sua obra, a ponto de poder-se encontrar notas em pauta durante o texto. O autor completou sua escola secundária em Brno, em 1948. Estudou literatura e estética na Faculdade de Artes da Universidade Charles mas, depois de dois períodos, transferiu-se para o curso de cinema da Academia de Artes Performáticas de Praga onde realizou suas primeiras leituras em produção de scrpits e direção cinematográfica. Em 1950, foi temporariamente forçado a interromper seus estudos por razões políticas. Neste ano, ele e outro escritor tcheco - Jan Trefulka - foram expulsos do Partido Comunista Tcheco por "atividades anti-partidárias". Trefulka descreveu o incidente em uma de suas novelas, Kundera usou o incidente como inspiração para o tema principal de seu romance A Brincadeira, de 1967. Em 1956, porém, Kundera foi readmitido no Partido Comunista. Em 1970, porém, foi novamente expulso. Kundera, assim como outros artistas tchecos como Václav Havel, envolveu-se na Primavera de Praga de 1968. O período de otimismo, como se sabe, foi destruído no agosto do mesmo ano pela invasão soviética com exercito do Pacto de Varsóvia à Tchecoslováquia. Kundera e Havel tentaram acalmar a população e organizar um levante reformista frente ao totalitarismo comunista da União Soviética. Permaneceu neste intento até desistir definitivamente, no ano de 1975. Vive na França desde 1975, sendo cidadão francês desde 1980. Seus romances geralmente tratam de escolhas e decepções. Em seus livros é recorrente a crítica ao regime comunista e à posterior ocupação russa de seu país, em 1968, quando foi exilado e teve sua obra proibida na então Tchecoslováquia. Entre outros prémios, Milan Kundera recebeu, pelo conjunto da sua obra, o "Common Wealth Award" de Literatura (1981) e o "Prémio Jerusalém" (1985). Sua obra principal, "A Insustentável Leveza do Ser" ganhou em 1988 uma adaptação para o cinema, sob a direção de Philip Kaufman e com Daniel Day-Lewis, Juliette Binoche e Lena Olin no elenco. Recebeu 2 indicações ao Oscar e reconhecimento mundial. Desde então Milan Kundera nunca mais autorizou a adaptação cinematográfica dos seus romances.

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    Milan Kundera