Código de barras Lembra que os supermercados usavam Velludo: coitadinho dele Fazer sexo por dinheiro já foi um ato sagrado Ossuário de Tiago: relíquias sob encomenda Suposta prova arqueológica da existência de Jesus fazia parte de uma indústria de artefatos forjados em Israel A mina de carvão Usina de Três Gargantas: operação resgate Um enorme rastreamento arqueológico acompanha as obras da maior hidrelétrica do mundo, na China O Brasil e o vizinho de cima Ditadura X esquerda explosiva Seqüestros de aviões, atentados à bomba, assaltos e execuções: nos anos de chumbo da ditadura no Brasil, entre 1968 e 1972, grupos de oposição foram às armas e partiram para a guerra contra os militares Microrrevolução Bomba atômica: mil Sóis sobre a Terra A evolução e a diversidade dos testes atômicos revelados por fotos recém-descobertas nos arquivos do Exército americano Nefertiti: Mulher Maravilha Ela se casou com o homem mais poderoso do mundo, tornou-se sacerdotisa de uma nova religião e acabou adorada como deusa. No fim da vida, governou sozinha o maior império de seu tempo Schiele: sexo na tela Egon Schiele era um cara meio tímido que amava as mulheres. Adorava seus corpos e adorava vê-los nus. E sabia pintar como poucos. Com essa última qualidade abalou a Viena em 1900 e ganhou a fama de maldito A literatura brasileira Cascateiros e cascatas Mangueira abriga ruínas do Império Março na História O Museu da Espionagem Gibi contra gibi O Brasil e o vizinho do lado Páginas de Sensação Antes e depois de Bagdá Holocausto: para não esquecer Kinsey ¿ Amante profissional Filme conta como o zoólogo Alfred Kinsey desvendou a vida sexual americana América antes de Colombo De graça e com grife BBC Alexandre, o Grande O general mais famoso de todos os tempos nos recebeu em seu palácio no outro mundo e disse que não assistiu ao filme de Oliver Stone O verdadeiro M, o Vampiro de Düsseldorf Pressionado por nazistas, Fritz Lang mudou o nome do filme Múmias: desleixo faraônico Museu do perfume Sherazade: mil e uma histórias Em abril, o Brasil ganha a primeira tradução das histórias de Sherazade traduzidas diretamente de um manuscrito árabe para a língua portuguesa Os Sertões, a terra e o homem República pernambucana A Sociedade Lunar Na segunda metade do século 18, os maiores cientistas da Inglaterra se juntaram na Sociedade Lunar, fazendo descobertas que deram o pontapé inicial na Revolução Industrial Britânicos roubaram Netuno dos franceses A revolução médica Dez descobertas que nos mantêm vivos Foi para Portugal, perdeu o lugar
Aventuras na História Nº 19 (Março de 2005) - Poderosa Nefertiti
Editora Abril
Março de 2005
"Poderosa Nefertiti" - Em seu contexto (Egito, no século 14 a.C) é considerada a mulher mais poderosa - como esposa influente do faraó Akhenaton (com quem revolucionou a cultura nacional no desapego ao politeísmo e valorização de nova religião, próxima ao monoteísmo) e pela discussão histórica de ter ou não assumido, ainda que por curto tempo, a posição de faraó após a morte do esposo. Nos argumentos a favor, a visão de co-governo que desempenharia com Akhenaton e o nome do faraó seguinte (Nefernefruaton) ser uma extensão de seu nome. Nos contras, o posicionamento contrário às realizações de Akhenaton, restituindo o politeísmo. O faraó havia estabelecido Aton como deus único (simbolizado pelo disco solar) e com Nefertiti seriam as únicas divindades a representá-lo na terra. "A esquerda explosiva" - Reportagem interessante sobre a guerra, em termos práticos, que ditadura e movimentos esquerditas acirraram entre 1968 e 1972 no cenário brasileiro. O período é marcado pelo AI-5, que deu poderes em condições legais e arbitrárias ao militarismo (como cassação de direitos políticos, extinção de partidos, perseguições, censura, fechamento do congresso e outras instituições), gerando embate que passou do campo ideológico para ações de guerra, de ambos os lados, onde o objetivo era impactar e intimidar com a agressão e terror. Foram citadas ações terroristas de movimentos de esquerda e deixo em registro: - Operação em 1968 para assassinato de um dos responsáveis bolivianos pela captura e morte do Guevara (no ano anterior), que estaria em passagem pelo país. Acabaram metralhando alvo errado, um oficial do exército alemão. A retaliação da ditadura foi igualmente cruel. - A explosão de carro-bomba em frente ao II exército em São Paulo (1968), que causou a morte de um soldado. Teria sido resposta a provocação e desafio de um general. - Explosão de bomba no Aeroporto de Guararapes, no Recife (tentativa de morte ao sucessor de Castelo Branco como presidente, o general Costa e Silva). Deu em mortes, entre militares e civis. "Páginas Amareladas" - A edição estreou uma das seções mais incríveis que a revista já teve, baseada nas páginas amarelas da Veja. A proposta era de inusitada e curiosa entrevista com personalidades históricas de todos os tempos. Alexandre, o Grande, foi o entrevistado da vez. Uma brincadeira com a história de maneira muito instigante. Imagine que o famoso general falou sobre o filme que estava em lançamento, o Iraque na situação de guerra na época e as polêmicas do homossexualismo. As respostas trazem o pensamento do contexto de Alexandre. Não deixa de ser uma forma de tentar entender a história. Gostava da seção e pena que não durou muito. Poderiam resgatar. Entre as notas históricas: - O infográfico sobre as minas de carvão inglesas na época da Revolução Industrial. Não é nenhum primor, mas as informações são surpreendentes, principalmente se colocarmos em paralelo ao glamour gerado pela revolução. Muita gente morreu em prol do carvão das máquinas, incluindo crianças de 5 a 7 anos, que desciam nas profundezas da terra (em torno de 300 metros) por serem as únicas que passavam em certas aberturas para coleta de material e inicio de novas galerias. - O "Dito e feito" na origem da palavra "cascateiro". Remonta ao início do século 20, quando ocorreram construções de parques públicos, que incluíam reproduções de cascatas. Estas foram associadas, no saber popular, à percepção de falsidade. - Na "Máquina do Tempo", considerações sobre a deusa Istar, da Mesopotâmia, que estimulava práticas sexuais pervertidas. Lembrei hoje da reportagem em nossa EBD, sobre a mulher de Ló. Quem sabe em Sodoma, nos lados de lá, não seria também uma entidade cultuada naquela sociedade.
Estatísticas
Avaliações
3.9 / 13- 5 estrelas31%
- 4 estrelas31%
- 3 estrelas38%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%






