Sid Meyer¿s Pirates: Yo-ho-ho e uma garrafa de rum! Dossiê Segunda Guerra Guerra: testemunha ocular Nossa guerra civil: Revolução Constitucionalista de 1932 Asterix e os gauleses Estamos no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos... Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor Vendéia: revolução contra revolução Numa província no interior da França, camponeses, monarquistas e religiosos, tentaram deter a revolução republicana. Mais de 250 mil deles acabaram mortos, num dos maiores massacres da história contemporânea Allan Topping, o salvador Em abril de 1975, funcionário de uma companhia aérea americana adotou mais de 300 pessoas para poder tirá-las do Vietnã e salvá-las das tropas vietcongues Anastácia Tragédia anunciada Dez passos para o 11 de setembro Aloisia Veit: até a prima de Hitler foi executada Contestado, a Mad Maria do Sul Ferrovia construída pela mesma empresa da Madeira-Mamoré está na raiz da Guerra do Contestado Lampião, o rei do cangaço Bandido para uns, herói para outros, ele aterrorizou o sertão no início do século 20 e se tornou um dos personagens mais populares do Brasil Edmund Burke: um conservador moderno Tancredo martírio e morte Ieyasu Tokugawa, o destemido senhor da guerra Ele foi o primeiro, em séculos, a fazer jus ao título de xogum. Eliminou os inimigos, submeteu o país todo à sua vontade e inaugurou uma dinastia que governou o Japão por 265 anos Tatuagem nos escravos: vai entender Japão: campeonato de puns De meia-tigela Abril na História Acre guarda sinais de povos perdidos Futebol em quadrinhos Solar Rangel: a história do Brasil em uma casa Solar no interior de São Paulo abriga a mesma família há seis gerações e sintetiza toda a história do ciclo do café, da escravidão à Revolução de 32 Madeira-Mamoré: inferno verde Esquerda: mão napoleônica Sujeito de uma figa! A tal década perdida: 1980 A jóia de Istambul São Paulo dispara Cabra-cega: terror entre quatro paredes Filme mostra o desespero dos guerrilheiros perseguidos pela ditadura Diversidade muçulmana Barricadas de Paris A origem humana Lâminas de barbear Para fazer a barba, romanos tinham até cremes feitos de óleo de baleia
Aventuras na História Nº 20 (Abril de 2005) - O Grande Xogum
Editora Abril
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Ver maisAbril de 2005
"Revolução contra revolução" - A reportagem mais interessante em minha leitura, abordando a Revolução Francesa em resumo dinâmico. O movimento foi curioso pelas discrepâncias, que teve luta pela valorização da igualdade social, com promulgação dos direitos humanos, para logo em seguida estabelecer governo que, na prática, era uma ditadura de terror, perseguindo, oprimindo e punindo em espetáculos públicos dantescos todos os que julgasse contrários ao estabelecido. Principalmente entre os nobres, muitas cabeças rolaram, mas também ocorreram fuzilamentos e afogamentos no rio. O destaque da reportagem foi o movimento da Vendéia, uma espécie de contra-revolução que ocorreu 4 anos depois, promovida por camponeses da região citada. Apesar de se aliarem a antigos monarquistas, a luta não era necessariamente por isso, mas pelos mesmos direitos teoricamente promovidos pela revolução. Não conheço a história o suficiente para parecer acertado, mas segundo o texto, teria sido similar à Canudos, no sentido de que camponeses (tal qual os sertanejos nordestinos) sentiram-se marginalizados pelo governo e o rejeitaram. O resultado deu em batalhas terríveis que, apesar da disposição dos revoltosos (menos aparelhados militarmente) foram massacrados no que alguns classificam como genocídio. O movimento teria também favorecido o surgimento de Napoleão Bonaparte e contribuído depois para sua derrocada. Houve cerca de quatro movimentos reacionários dos camponeses de Vendéia e nisso o general dividiu tropas entre batalhas internas e externas, como a derradeira em Waterloo. Muito interessante a história de Vendéia e ignorava totalmente. Evidentemente há muitos fatores que desconheço e são importantes, mas serviu como introdução ao assunto. "Páginas Amarelas" trouxe hipotética entrevista com Lampião. Dessa vez não curti, pois percebe-se uma romantização em torno do cangaceiro, que em meu entender foi um bandido. A visão entre herói e bandidagem é por conta da mistura dos fatores no contexto. Bandido tinha muito e aqueles que seriam os heróis, como a polícia, muitas vezes eram piores ainda. Deixo o parecer para as vítimas, também muitos inocentes, onde o cangaceiro foi facínora da pior marca: bandido. E tem quem idolatre... Arriégua! "Tancredo: martírio e morte" - Resgata a triste e manobrada história sobre a morte de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil pós ditadura. Na época era adolescente e lembro também do antagonismo de mostrarem uma foto midiática em que estaria em recuperação, para em seguida morrer. Outra coisa que não sabia é que a enfermidade não era uma apendicite como noticiavam, e sim um câncer. As notícias eram amenizadas para não assustar o povo, que estava numa imensa expectativa após 20 anos de ditadura. "Asterix e os gauleses" - Trata da reação dos gauleses contra o império romano, e também da famosa série de quadrinhos. Um dia leio os 24 títulos, que foram elogiados pelo contexto histórico ironicamente bem trabalhado. As HQs ainda não li, mas assisti vários filmes do Asterix na infância (na telona). Nas notas históricas, gostei da "Linha Temporal" com Bin Laden. Na Guerra Fria, final dos anos 70, foi apoiado pelos EUA contra o domínio soviético no Afeganistão, depois se tornou o inimigo público número um. Regatando memória de infância, lembro de uma revista Manchete que mostrava, em fotos sensacionais, os afegãos que combatiam os russos, chamados de Guerreiros Mujahidins. As fotos eram realmente impressionantes, tipo heróis, com cavalo e tudo, tendo informes de serem apoiados pelos americanos. Bin Laden devia estar por ali, no contexto... Mal sabiam a cobra que estavam criando... Queria reencontrar essa edição, mas dela não lembro nada (ano, número, nem a capa) só a percepção que ficou gravada... Outro informe interessante extraí da nota editorial. Isso mesmo! Até então, não sabia da origem do tal "Dia da Mentira" em 1º de Abril. O texto explica que até o século 16 vigorava o calendário romano (juliano se preferir) onde a passagem do ano era associada ao início da primavera, que era celebrado na semana entre 25 de Março e 1º de Abril. Será por isso que parabenizam o aniversário como mais uma primavera? Talvez... O fato é que, com o estabelecimento do calendário gregoriano, pioneiramente na França, o 1º de Janeiro foi valorizado como data mais importante do Ano-Novo. A ideia foi se estabelecendo aos poucos, muita gente celebrava a antiga convenção, até que o novo calendário pegou e os desinformados passaram a ser alvos de trotes. A própria data, especialmente 1ª de Abril, ficou marcada como dia de enganação. E toma-te pegadinhas!
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