Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores38
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Aventuras na História Nº 23 (Julho de 2005) - Maomé

    Editora Abril

    Abril
    2005
    70 páginas
    2h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    4 avaliações
    Leram28Lendo0Querem10Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados10Avaliaram4

    Friedenreich: um tigre na guerra Arthur Friedenreich, ou o artilheiro herói Maomé, o pai do Islã (Re)pensar o catolicismo O submarino USS Nautilus Itália: máfia de batom Demorou, mas a Itália descobriu que o crime organizado nunca foi território exclusivo dos machos. Assassino Econômico: el gringo hablava demas Minha Formação: documento de uma República jovem em crise Autobiografia política de Joaquim Nabuco faz mais do que se propõe: revela as contradições do início do século 20 Pobres nobres Reich Genocídio armênio Você já ouviu essa história? Há 90 anos, o povo armênio quase foi exterminado pelos turcos. E, até hoje, luta pelo reconhecimento internacional do massacre, que vitimou 1,5 milhão de pessoas Obelisco da discórdia - o retorno de Aksum Museu de Santos Dumont The Fog of War: testemunha participante Os Campeões do Mundo: Pé na bola Origens, particularidades e importância em outros campos do futebol - que não os gramados - são temas do especial Empire Earth II: Guerras do mundo Eye Witness to History: testemunha dos fatos Guerra dos Mundos: Marte ataca Pânico verdadeiro marca trajetória do enredo do filme Almanaque mitológico Palavras também morrem Quase um quarto dos verbos da língua portuguesa do século 13 simplesmente desapareceu dos nossos dicionários atuais SOS: 3 pontos, 3 traços, 3 pontos Cuspido e escarrado Julho na História Vôo da Morte Cleópatra: a volta da eterna rainha A última soberana do Egito abre o jogo. Fala de amor, sedução, política e, claro, segredos de beleza. Naqueles tempos de submissão feminina, Cleópatra representou a anti-Amélia Becoming Human: homem primata Serra Pelada: um sonho, sete brasileiros Quatro garimpeiros, um major da ditadura, um policial e uma dona de bordel contam os 25 anos de glória e decadência da Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo Ku Klux Klan Petróleo Usávamos fontes como a madeira - que nos aqueceu durante milênios Amarelo, a cor do azar Roupas: das peles reais às sintéticas De proteção contra o frio, a roupa virou identidade Vira-casaca Nosso primeiro serial killer Sai, cometa Halley! Martin Luther King Jr.: Frase A Era dos Impérios: briga de titãs Eric Hobsbawm conta a história de um tempo em que gigantes dominavam o mundo e disputavam a tapa o poder. Enquanto isso, as classes baixas começavam a mostrar a cara McDonald¿s: hambúrguer bem passado

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    R . picture
    R .21/05/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Julho de 2005

    Na reportagem de capa, informações históricas sobre Maomé e o Islamismo. O texto faz breve apresentação do contexto em que viveu e também sobre a crença que impactou e transformou sua sociedade. O que achei mais interessante foram informações sobre a Caaba que, antes de Maomé, já era objeto de misticismo. As histórias divulgadas relacionam a Abraão (como pedra indicativa para lugar onde construiu um altar); outras dizem que foi presente divino a Adão; e especulações de cientistas dizem ser um meteorito (mas nunca tiveram oportunidade de examinar). Fiquei curioso em ver a pedra e só agora fiz buscas na net. Pensei que seria aquele bloco quadrado que costumamos ver na mídia, mas está no interior protegida por recipiente de prata. Existem fotos, satisfatórias para curiosos como eu, que a mostram como pedra irregular de cerca de meio metro de diâmetro, reforçando a ideia de meteorito. Vale referência também para a capa da revista, que foi ousada ao ilustrar o rosto de Maomé (na cultura islã não há esse costume). Registre-se que a proposta da edição era de enfatizar o homem simples em seu contexto de época. "Genocídio armênio". O assunto até hoje é contestado pelos turcos, que admitem mortalidade ocorrida entre os armênios, mas não na configuração genocida. Contextualizando, os terríveis eventos ocorreram, principalmente, entre 1915 e 1918, onde cerca de 1,5 milhão de pessoas foram massacradas (em ações violentas e arbitrárias). As causas estariam relacionadas a busca de independência pelos armênios e também a política do governo turco em estabelecer hegemonia na região. O que desperta mais atenção na reportagem são relatos de sobreviventes e as ações que foram praticadas (a crueldade lembra a violência relatada pelo Frei Bartolomé de Las Casas no Novo mundo, de colonizadores sobre indígenas). Cada barbaridade, como crianças sendo atiradas no mar dentro de caixas, caminhadas rumo ao deserto para a morte, chacinas, entre outras coisas. O assunto foi capa da revista em outros momentos. Também valeu a conferida na reportagem sobre Serra Pelada. Basicamente, relatos de algumas pessoas que vivenciaram e participaram da história do famoso garimpo (garimpeiros, militar, policial e uma dona de bordel). Os pontos abordados, como não poderia deixar de ser, falam de violência, pessoas que enriqueceram ou perderam tudo rapidamente, prostituição e embates com a Companhia Vale (o aspecto mais interessante e revelador, pouco conhecido). Poderiam trazer de novo a seção "Páginas Amarelas". Era uma brincadeira que achava muito legal (apesar de ter uma galera que repudiava). Dessa vez, a entrevista foi com Cleópatra. Entre os assuntos, a vaidade, ambição e disposição libertária que tinha (uma anti-Amélia). Chamou a atenção a questão cultural, pois tinha conhecimento em várias ciências e, segundo o texto, era poliglota em nove idiomas. Gostei também das notas históricas sobre o "Dito e feito" na origem do "Cagado e cuspido" (registrei em outra edição); e sobre o primeiro submarino nuclear (o Nautilus, em 1954, com breves descrições de suas vantagens sobre os demais, como a primeira travessia do Polo Norte por baixo da água). Sempre um prazer e aventura legal o reencontro com essas edições antigas...

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 4
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas25%
    • 1 estrelas0%