"Não sinto essa necessidade imperiosa de ser experimental para estar em sintonia com o caos contemporâneo. No meio dessa avalanche de videoclipes, citações, paródias, me parece que querer desestruturar a linguagem seja mais conservador", afirma o autor que estreou na poesia com "Azul Navalha", em 1988.
Azul Navalha -
Donizete Galvão
Editora Excelsior
1988
70 páginas
2h 20m
ISBN-13: 9788585008918
Português Brasileiro
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