Segundo romance do autor, que retrata, de maneira surpreendente, a vida nativa da foz do rio Amazonas, por volta de 1750, tendo como tubo de ensaio os costumes indígenas da época, sobretudo o canibalismo, que ameaça, em suspense, no decorrer de toda a estória, a personagem central do livro: um jovem aventureiro português. Outra obra que resgata e valoriza a Amazônia.

