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    Nothing Like It In The World - The Men Who Built the Transcontinental Railroad 1863-1869

    Stephen E. Ambrose

    Simon & Schuster
    2000
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-13: 9780684846095
    4.5
    2 avaliações
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    Nothing Like It in the World gives the account of an unprecedented feat of engineering, vision, and courage. It is the story of the men who built the transcontinental railroad—the investors who risked their businesses and money; the enlightened politicians who understood its importance; the engineers and surveyors who risked, and sometimes lost, their lives; and the Irish and Chinese immigrants, the defeated Confederate soldiers, and the other laborers who did the backbreaking and dangerous work on the tracks. The U.S. government pitted two companies—the Union Pacific and the Central Pacific Railroads—against each other in a race for funding, encouraging speed over caution. Locomotives, rails, and spikes were shipped from the East through Panama or around South America to the West or lugged across the country to the Plains. In Ambrose's hands, this enterprise, with its huge expenditure of brainpower, muscle, and sweat, comes vibrantly to life.

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    Igor P C Vieira picture
    Igor P C Vieira02/05/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Espetacular

    Livro faz uma cobertura bem completa da construção, bastidores, priscipais envolvidos, questões políticas e consequências. Sim, concordo com o autor que a maior mudança que nossa sociedade humana já passou ocorreu na segunda metade do século XIX. Novas, ou consolidação, de um sem número de instituições, tecnologias e o incremento geométrico da rapidez de comunicação e transporte. Interessante a participação determinante dos chineses na construção da rodovia. Essa obra talvez tenha sido o consolidador dos EUA como nação. Claro, em 1898, começa a fase imperialista norte americana, mas ela só se deu graças à consolidação e estabilidade geopolítica e de fornecimento de commodities que a conquista do Oeste assegurou. Aqui, sem querer comparar demais com o Brasil, foi onde nosso país errou feio: tinha que ter aberto o interior para a colonização e assentamento. Claro, não havia uma saída para o pacífico do outro lado. Ainda sim, se tivessémos expandido a interiorização com estradas de ferro ainds no tempo do Império, talvez nossa história fosse um pouco mais bem sucedida economicamente, tanto no tamanho do 'bolo', como numa repartição mais justa. Os EUA relizou 'justiça social' no século XIX abrir milhares de vagas de trabalho no Oeste, facilitar colonização com direitos garantidos da terra e crédito para expansão de negócios. Mas aí já é outro livro.

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