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    Tartufo 81 (Teatro Hoje #V.35) - ensaio sobre a poética da tradução do teatro em verso de Molière

    Guilherme Figueiredo

    Civilização Brtasileira/INL - MEC
    1980
    221 páginas
    7h 22m
    ISBN-10: 852000182X
    Português Brasileiro
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    O Livro Tartufo 81 originariamente foi escrito como uma Tese de Doutorado de Guilherme Figueiredo defendida perante a Congregação da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro -UFRJ.Segundo os Comentários da orelha do livro feitas pelo Filólogo Antônio Houaiss o autor prestou um serviço precioso à teoria e à prática da tradução entre nós,graças ao depoimento que faz e à maneira como faz,trazendo a teoria à baila o quantum satis e evidenciando com riqueza de exemplos os estrangulamentos que se propõem ao tradutor honesto e lúcido.O livro é uma Referência para quem faz tradução de obras de além - mar.

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    Guilherme de Oliveira Figueiredo profile picture

    Guilherme de Oliveira Figueiredo

    Guilherme de Oliveira Figueiredo, Autor-Dramaturgo cujas peças são voltadas para temas mitológicos, em sua maioria, escritas com uma abordagem cômica. Formado em direito, inicia-se fazendo crítica teatral, em O Jornal, e literária, no Diário de Notícias, ambos no Rio de Janeiro. Estréia como dramaturgo em 1948 com a comédia Lady Godiva e o drama Greve Geral, ambos montados pela companhia de Procópio Ferreira (1898-1979). No ano seguinte, surge Um Deus Dormiu Lá em Casa, inspirada em temática grega, iniciando uma série que o aproxima do universo dos mitos. Dirigida por Silveira Sampaio (1914-1964), com Paulo Autran (1922-2007) e Tônia Carrero (1922) à frente do elenco, a montagem alcança repercussão e prêmios. Para o teatro de revista colabora com A Imprensa É Livre e Miss França, em co-autoria com Geysa Bôscoli (1907-1978). Em 1951, cria Don Juan, retomando a clássica figura do burlador. Em 1952, A Raposa e as Uvas é dirigida por Bibi Ferreira (1922), tornando-se sua criação mais conhecida no Brasil e no exterior, onde conhece diversas encenações e traduções, recebendo os prêmios Municipal do Rio de Janeiro e da Associação Brasileira de Críticos Teatrais (ABCT). Menina Sem Nome, infantil de 1957, antecede A Muito Curiosa História da Virtuosa Matrona de Éfeso, montagem de sucesso empreendida pelo Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em 1958. Novos textos são lançados nos anos subseqüentes, mas nenhum alcança grande repercussão: Tragédia para Rir, Retrato de Amélia e Os Fantasmas, em 1958. Permanecem inéditas as criações: Napoleão, Balada para Satã, O Herói, Comédia para Não Rir e Maria da Ponte, além de uma série de comédias curtas em um ato. No volume Xântias - oito diálogos sobre a arte dramática, Guilherme Figueiredo resume seus ensinamentos sobre dramaturgia, em 1957. Desde 1949, é professor de história do teatro na Escola do Serviço Nacional de Teatro (SNT), bem como tradutor de inúmeros autores, como Molière (1622-1673), William Shakespeare (1564-1616) e Bernard Shaw (1856-1950). Pela peça A Raposa e as Uvas, de 1958, recebeu todos os prêmios da Sociedade Brasileira de Críticos Teatrais; o Prêmio Artur Azevedo, da Academia Brasileira de Letras (ABL) e com Um Deus Dormiu Lá em Casa (1957) a medalha de ouro da Associação Brasileira de Críticos Teatrais (ABCT). Foi adido cultural do Brasil em Paris, onde "foi incansável em divulgar a cultura brasileira da França" com palestras, espetáculos teatrais e inúmeros eventos artísticos. Na TV Tupi, foi diretor artístico e diretor geral. Apreciando sua produção, declara o crítico Décio de Almeida Prado (1917-2000): "Guilherme Figueiredo é um escritor literário. Em teatro isso quer dizer, em geral, um autor que prefere a palavra à ação, a poesia à realidade. Guilherme Figueiredo é literário neste sentido: sente-se bem na maneira como falam as suas criaturas, que a linguagem delas é a linguagem da arte, não a da vida. Do autor, mais do que das personagens, é o espírito, a tendência para a ênfase, a procura do brilho verbal. (...) Ninguém é o escritor que quer (ou que os outros querem), mas o escritor que pode ser, o escritor que traz dentro de si mesmo".

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    São Paulo, Brasil

    Guilherme de Oliveira Figueiredo