Trata-se de um único poema em três cantos - metáfora sobre a Consciência - a partir da afirmação da poeta, que o cego vê e percebe com ais precisão e acuidade do quem enxerga, Maria Carpi desenvolve um poema de estrutura barroca em que analisa a profundidade da sensibilidade da percepção num mundo soterrado de imagens e de versões superpostas que retiram a plena consciência de todos sobre tudo o que ocorre na realidade tangível. (Google Books)
