Deborah é uma executiva que não tem tempo para cuidar da própria vida, e decide contratar um secretário para lidar com a sua casa e tomar conta de tudo o que ela não pode fazer. Mas tem de ser um homem! Afinal se ela não tem um marido, tem de encontrar um substituto a altura para o cargo!
O problema é que quando ela acha alguém que aceite o serviço, ela não sabe o que fazer com ele.
E o homem é perfeito demais, ele cozinha igual a um chefe francês, deixa a casa um brinco, antecipa todas as vontades e até massagem com óleos aromáticos durante o banho de espuma, ele faz! (E não, ele não é gay). É pra deixar qualquer mulher mais esperta desconfiada até a ultima marquinha de celulite.
E realmente tem caroço nesse angú! Ou você acha que encontra um secretario bonitão e com mil utilidades, assim, do nada? E o pior é que mesmo descobrindo a verdade e as reais intenções de seu secretário bonitão, ela resolve esquecer de tudo e viajar com ele para uma ilha deserta, e depois reclama de ser passada para trás. Ah, me poupe!!
Apesar do tema interessante, a historia é muito fraca e as situações são muito forçadas, com diálogos bobinhos, óbvios e totalmente sem emoção. A mocinha, uma empresaria toda poderosa, consegue ser muito burra e ingênua às vezes. Falta pulso e liderança para ela. E o mocinho mais parece uma estátua de mármore, desprovido de sentimentos, mal aparece e quase não dá pra notar a presença dele na história. Se eu não tivesse escolhido o livro para a Maratona de Banca, não teria sequer terminado de ler. Sacola do sebo pra ele!
Resenha para a Maratona de Banca:
http://crystypaiva.livejournal.com/43068.html