Que tenso, que forte, que impactante!
História de um homem reduzido a nada, sem direito a nome, à empatia, até mesmo ao pronunciamento de palavras ou gemido de dores no conto, apenas à alcunha pejorativa e desumana, num drama visceral e atual sobre a invisibilidade social atribuída ao que é menosprezado e marginalizado.
Lembrei da história de Lázaro contada por Jesus, bem como da angústia solitária da criatura de Mary Shelley..
Que triste! Que dor! E que texto incrível!