O imaginário - Psicologia fenomenológica da imaginação

    Jean-Paul Sartre

    Editora Vozes
    2019
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-13: 9788532662378
    Português Brasileiro

    “O imaginário” tenta o que Sartre chama de uma “fenomenologia” da imagem, ou seja, ele faz o inventário e a conceitualização de tudo o que uma reflexão direta, até mesmo subjetiva, pode aprender de certo sobre a consciência imaginante. Portanto, descarta as teorias de seus antecessores utilizando, às vezes contra eles, suas observações concretas assim como sua própria subjetividade. Depois chega ao provável, isto é, a suas próprias hipóteses sobre a natureza da imagem mental, o que o leva a levantar questões que ultrapassam a psicologia fenomenológica: A possibilidade que a consciência tem de se dar um objeto ausente é contingente? Qual é sua relação com o pensamento? Com o símbolo? O que representa o imaginário na vida da consciência, em nossa posição do real? E, finalmente, qual é a realidade da obra de arte, esse irreal?

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    Romeu Felix11/03/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fiz o fichamento sobre esta obra, a quem interessar:

    No livro "O Imaginário: Psicologia Fenomenológica da Imaginação", Sartre propõe uma análise filosófica e psicológica da imaginação. Ele argumenta que a imaginação não é uma faculdade separada da consciência, mas uma forma fundamental de ser consciente e de se relacionar com o mundo. Sartre inicia o livro com a definição de "imaginação" e "imagem". Ele afirma que as imagens são representações mentais que não correspondem diretamente à realidade, mas que são formadas a partir da percepção, memória e outros aspectos da consciência. Em seguida, Sartre apresenta sua teoria da imaginação, que se baseia na fenomenologia e no existencialismo. Ele argumenta que a imaginação é uma forma de consciência que cria novas realidades e que é fundamental para a liberdade humana. Sartre também explora a relação entre a imaginação e a emoção, argumentando que as emoções são essenciais para a imaginação e que a imaginação pode ser usada para controlar as emoções. O autor ainda discute a relação entre a imaginação e a linguagem, argumentando que a imaginação é a base da linguagem e que a linguagem é uma forma de imaginação compartilhada. Por fim, Sartre explora a importância da imaginação na arte, literatura e filosofia. Ele argumenta que a imaginação é essencial para a criação de novas obras de arte e para a compreensão das obras existentes. Principais ideias: A imaginação não é uma faculdade separada da consciência, mas uma forma fundamental de ser consciente e de se relacionar com o mundo. A imaginação é uma forma de consciência que cria novas realidades e que é fundamental para a liberdade humana. As emoções são essenciais para a imaginação e a imaginação pode ser usada para controlar as emoções. A imaginação é a base da linguagem e a linguagem é uma forma de imaginação compartilhada. A imaginação é essencial para a criação de novas obras de arte e para a compreensão das obras existentes. Conclusão: "O Imaginário: Psicologia Fenomenológica da Imaginação" é uma obra importante de Jean-Paul Sartre que propõe uma análise filosófica e psicológica da imaginação. Sartre argumenta que a imaginação é uma forma fundamental de ser consciente e de se relacionar com o mundo, e que é essencial para a liberdade humana. Ele explora a relação entre a imaginação e a emoção, a linguagem, e a arte, literatura e filosofia. A obra é uma leitura essencial para aqueles interessados em fenomenologia, existencialismo e psicologia. Por: Romeu Felix Menin Junior.

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