O último livro de março foi "Até o mais amargo fim", escrito por J. M. Simmel.
A ideia de um ator fracassado tentando voltar aos tempos áureos da carreira é boa. É o caso de Peter Jordan, protagonista e narrador da história.
Adicione uma doença (alcoolismo) e um caso de anos com a própria enteada. Para quem gosta de drama, como eu, a história é promissora. Tem possibilidade de dar certo, mas... Também pode dar errado.
Na minha humilde opinião, mesmo tendo explorado todos os conflitos do personagem, Simmel dramatizou demais. Talvez pela própria natureza do protagonista de se ver sempre como vítima, talvez pelo excesso de páginas e descrições que (sinceramente) não eram necessárias.
A história promissora acabou sendo um dramalhão.