Corpo, linguagem e vertigem marcam a poética de Diogo Cardoso
Entre fogo, ruína e desejo, os poemas de Diogo Cardoso tensionam a linguagem até o limite do indizível. Sua escrita recusa a linearidade e instaura um campo sensorial onde corpo e palavra se confundem. Ler sua poesia é atravessar uma experiência de ruptura, opacidade e permanente inacabamento.