Depois do parto, a dor - Minha experiência com a depressão pós-parto

    Brooke Shields

    Matrix
    2006
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: 8587431706
    Português Brasileiro

    O bebê nasceu. E agora? Neste livro, a mulher, em especial, e também o marido, vão ter dicas e orientações de como se portar nessa nova etapa da vida, tanto no pós-parto imediato quanto na fase seguinte. Veja o que fazer para continuar a desempenhar seu papel de mulher, mãe, esposa e profissional. Sugestões de exercícios, nutrição e estética. E também os cuidados com o emocional, no relacionamento com você mesma, com o bebê e o marido.

    Resenhas (4)Ver mais
    Ademar de Queiroz picture
    Ademar de Queiroz20/01/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Rowan e o inferno de Brooke Shields

    "Depois do parto, a dor" é um relato sincero de Brooke Shields sobre a depressão pós-parto (dpp). É um texto simples, direto, arrancado das lembranças recentes de uma dor (que parecia) intransponível. A atriz começa o livro falando do sonho de ser mãe e de todos os preparativos para realizá-lo no seu segundo casamento. Daí vem a dificuldade de engravidar, os tratamentos de fertilização, a angústia pela espera da gravidez que não se consumava, os noves meses de paz e felicidade até a chegada da filha Rowan e o inferno em que se transformou a sua vida a partir daí. Sem conhecer a dpp, Brooke enfrenta sentimentos incompatíveis com o momento mágico (e tão esperado) que vivia: sentia-se incompetente para cuidar da filha, incapaz de conciliar carreira e maternidade e envergonhada por estar infeliz. Mas se chegou a pensar em desistir da vida, nunca o fez em relação à filha, apesar de todas as neuras advindas do transtorno psíquico que a afligia. Acredito que isso fez a diferença, além - é claro - do apoio da família, amigos e profissionais da sáude, como a enfermeira pediatra Gemma, uma "babá de mamãe" perfeita. O livro é alerta e um conselho de Brooke para todas as mulheres: "A depressão pós-parto está além do seu controle. Ela é bem real e ocorre com mais frequência do que as pessoas percebem. Você não precisa ser uma heroína. Tê-la não significa que você não é uma boa mãe ou que é louca. Acima de tudo, isso não significa que você não ama seu filho. Não há razão para se sentir constrangida ou culpada, ou para acreditar que é algo que você deveria ser capaz de superar por si mesma. A ajuda está disponível em várias formas. Se você não se sente confortável em falar sobre isso com amigos ou com a família, então converse com seu médico em particular. A coisa mais importante é não ficar esperando ela passar. Porque o mais provável é que ela apenas piore e cause mais dano. Eu só me recuperei porque procurei ajuda. Por que desperdiçar tempo sentindo-se horrível quando você pode tirar vantagem de toda ajuda possível?"

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 38
    • 5 estrelas34%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%