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    Batuque -

    Bruno de Menezes

    [s.n]
    2005
    116 páginas
    3h 52m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    27 avaliações
    Leram37Lendo5Querem29Relendo1Abandonos3Resenhas2
    Favoritos5Desejados29Avaliaram27

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    Maria Carolina picture
    Maria Carolina23/09/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Louvor à cultura afro-brasileira-nortista

    Ainda sem palavras pra descrever a obra. Batuque é uma coletânea de poemas com temática afro-brasileira. Existe também uma forte presença da cultura nortista que se destaca de qualquer outra do país. Cada poema foi detalhadamente pensado, cada verso brilhantemente construído. Perdi a conta de quantas figuras de linguagem encontrei em cada poema, de quantas referências históricas, de quanta sabedoria está impregnada em cada um. Bruno de Menezes me fisgou logo no primeiro poema e por vezes eu senti que perdi alguma coisa dos textos por fazer inferências que infelizmente desconheço. Lamento não ter lido antes, mas também agradeço por ter lido só agora, pois provavelmente não teria compreendido 10% da obra.

    3 curtidas

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    3.9 / 27
    • 5 estrelas41%
    • 4 estrelas22%
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    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas0%
    Bento Bruno de Menezes Costa profile picture

    Bento Bruno de Menezes Costa

    Bento Bruno de Menezes Costa (Belém PA, 1893 - Manaus AM, 1963) publicou em 1920 seu primeiro livro de poesia, Crucifixo, em Belém PA. Na época, já era membro da Academia dos Poetas Paraenses. Em 1923 fundou a revista literária Belém Nova, responsável pela divulgação da poesia modernista após a década de 20. Publicou, no ano seguinte, Bailado Lunar; seguiram-se Poesia (1931), Batuque (1939), Lua Sonâmbula (1953), Poema para Fortaleza (1957) e Onze Sonetos (1960). Nos anos seguintes escreveu peças teatrais juninas para o grupo Pirapema e, em 1950, publicou a novela Maria. Em 1954 tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e da Comissão Paraense de Folclore e lançou o romance Candunga, com o qual ganhou o Prêmio Estado do Pará. Foi presidente da Academia Paraense de Letras entre 1956 e 1957. Publicou diversos livros sobre folclore, em 1958 e 1959, entre os quais Boi Bumbá e Auto Popular. Bruno de Menezes pertence à segunda geração do modernismo brasileiro. Segundo o crítico Dante Costa, ele realizou em sua obra uma transposição “das vivências do negro no Brasil, do fato folclórico, da realidade que não interessa apenas ao crítico literário, mas também e principalmente ao sociólogo, ao estudioso dos hábitos e costumes, ao etnógrafo do negro brasileiro.

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    2 Seguidores
    Pará, Brasil

    Bento Bruno de Menezes Costa