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    Semiótica da arte e da arquitetura -

    Décio Pignatari

    Atelie Editorial
    2004
    186 páginas
    6h 12m
    ISBN-12: _8574802069_
    Português Brasileiro
    3.3
    16 avaliações
    Leram39Lendo6Querem45Relendo0Abandonos2Resenhas1
    Favoritos1Desejados45Avaliaram16

    Nesta obra, Décio Pignatari aplica a Semiótica, de Charles Sanders Peirce, aos signos artístico, arquitetônico e utilitário, abarcando o desenho industrial e a arquitetura ao analisar a produção de grande expoentes, como Rietveld, Mondrian e Niemeyer.

    Resenhas (1)Ver mais
    Bárbara Domingues picture
    Bárbara Domingues04/10/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Demorou mas foi kkkkk o livro foi quase totalmente "blablabla whiskas sachê" kkkkkkk Esse não fica na estante rs

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.3 / 16
    • 5 estrelas6%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas13%
    Décio Pignatari profile picture

    Décio Pignatari

    Foi um poeta, escritor e tradutor brasileiro, um dos maiores nomes do movimento concretista. Publicou seus primeiros poemas na Revista Brasileira de Poesia, em 1949. No ano seguinte, estreou com o livro de poemas "Carrossel", e, em 1952, fundou o grupo "Noigandres" e editou a revista-livro de mesmo nome, com os poetas Haroldo De Campos e Augusto De Campos. Com o grupo Noigandres, em 1956, lançou oficialmente o movimento de Poesia Concreta, durante a Exposição Nacional de Arte Concreta no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), que foi consecutivamente realizada no saguão do Ministério da Educação e Cultura (MEC), no Rio de Janeiro. O grupo publicou, em 1956, o "Plano-piloto para Poesia Concreta", traduzido em diversas línguas. Em 1965, ainda com Haroldo e Augusto de Campos, lançou o livro "Teoria da Poesia Concreta". Além da produção crítica e literária, Pignatari fez pesquisas na área de Semiótica - em 1969, ajudou a fundar "L'Association Internationale de Sémiotique" (AIS), na França, e participou, em 1975, do lançamento da Associação Brasileira de Semiótica (ABS). Como teórico da comunicação, traduziu obras de Marshall McLuhan e publicou o ensaio "Informação, Linguagem e Comunicação" (1968). Sua obra poética está reunida em "Poesia Pois é Poesia" (1977). Na área da publicidade e propaganda, a enigmática capa do álbum "Todos os Olhos" (1973), de Tom Zé, foi concebida por Décio, assim como a marca "Lubrax", do lubrificante automotivo.

    36 Livros
    6 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Décio Pignatari