Livros que, infelizmente, nunca poderemos ler
Um livro sobre livros, para quem ama livros e seus mistérios. Em "A História de Livros Perdidos", Giorgio van Straten nos conduz pelos bastidores de livros que desapareceram, por algum motivo conhecido ou não. Mas o autor não fala sobre livros que foram planejados e que acabaram sem existir. Nessa leitura, mergulhamos por histórias de livros que existiram, alguns que foram até lidos por poucos, mas que desapareceram de alguma maneira: acidente, censura, decisão pessoal ou tragédias. Se somos presenteados com tantos livros de escritores incríveis para ler, imagina aqueles que nunca poderemos conhecer? Tesouros que foram perdidos, rasgados, roubados, destruídos... Em alguns casos, temos pistas ou suspeitas do que pode ter acontecido, em outros, nunca saberemos. Somos apresentados a esses oito casos de manuscritos que nunca chegaram ao público: 1. Ernest Hemingway e seus manuscritos iniciais que se perderam em uma viagem de trem. 2. Bruno Schulz, que escrevia um manuscrito que desapareceu após ele ser assass1nad0 durante a ocupação nazista em 1942. 3. Walter Benjamin, que ao tentar fugir da ocupação nazista, em 1940, levava consigo um manuscrito que desapareceu. 4. Malcolm Lowry, que escreveu uma continuação de um romance que, infelizmente, foi destruído em um incêndio em sua cabana. 5.Nikolai Gogol, que em um momento de forte crise, pouco antes de sua morte, queimou manuscritos. 6. Sylvia Plath e um de seus diários finais, que foi destruído pelo seu marido. 7. Lord Byron, que antes de morrer exigiu que suas memórias fossem destruídas. 8. Romano Bilenchi, que teve um romance que nunca foi publicado e desapareceu, mas que Giorgio chegou a ler. Assim, acompanhamos essas histórias com aquela dor de "saudades do que ainda não li, e nunca vou ler". Além de informações históricas valiosas, o autor nos mostra o impacto emocional da perda dessas obras para os leitores e para o mundo! Recomendo!






