No segundo livro chegaremos a 3 séculos e 9 gerações desde a criação da Fundação por Hari Seldon (ou as Fundações?). Teremos a história de duas gerações em Fundação e Império. Vamos notando já o declínio tecnológico da sociedade, apenas os planetas próximo a idealização enciclopédica de Seldon possuem o domínio de componentes nucleares e a barbárie está a solta.
Não sei o porquê, mas torço pela Fundação e para os cálculos de Seldon estejam sempre certos. Assimov consegue construir essa familiaridade com o local da enciclopédia apesar de toda a corrupção dos líderes de Terminus. Porém, tudo está calculado - assim esperamos -, pois, a ideia de Hari Seldon é agilizar o processo de acessão intelectual da humanidade e não criar pessoas incorruptíveis. Aparentemente ocorreram fatores individuais dando margem de erro aos cálculos de Seldon - só saberemos na Segunda Fundação -. e nos é apresentado um antagonista muito bom para a trama.
Gostei de Fundação e Império, não superou o primeiro, todavia, conseguiu entregar mais informações aos leitores. A leitura por ser em forma de diálogos, pode parecer cansativa em alguns momentos, mas não existe enrolação, tudo nos é apresentado dos acontecimentos da galáxia por meio dessas conversas. Vale a pena continuar lendo.