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    Zorba - O Grego

    Nikos Kazantzakis

    Abril
    1943
    363 páginas
    12h 6m
    ISBN-10: 0684825546
    Português Brasileiro
    3.9
    1279 avaliações
    Leram1902Lendo108Querem1458Relendo6Abandonos98Resenhas100
    Favoritos46Desejados1458Avaliaram1279

    "Zorba, o Grego", foi publicado pela primeira vez em 1943 e recebeu uma versão cinematográfica em 1964, estrelada pelo ator Anthony Quinn. O filme fez um extraordinário sucesso e deu ao nome de Kazantzakis reconhecimento mundial; Outra obra de Kazantzakis adaptada para o cinema foi "A Última Tentação de Cristo". Publicada em 1948, a obra foi levada às telas em 1998 por Martin Scorsese, causando grande polêmica pelo tratamento humano dado à figura de Cristo; Na época de sua publicação, o romance causou a excomunhão de Kazantzakis. Em 1956 Nikos Kazantzakis recebeu o Prêmio Internacional da Paz. O escritor foi também tradutor de Dante e Goethe e de outros autores clássicos para o grego moderno; Em 1957 fez uma viagem à China, onde adoeceu. Foi transferido para Copenhague e depois para um hospital em Freiburgo, na Alemanha, onde acabou falecendo. Seu corpo foi transladado para sua cidade natal, Heraclion, na Ilha de Creta.

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    Resenhas (100)Ver mais
    Leonel Menezes picture
    Leonel Menezes31/12/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Minha mãe sempre insistiu que eu lesse esse livro, nunca entendi bem. Agora eu sei. É uma verdadeira obra-prima! Não existe outra expressão pra definir essa história que tem como tema central a amizade e, acima de tudo, a capacidade dos seres humanos de desperdiçar o tempo que lhes é dado. Aqui, Zorba é a personificação do "Carpe Diem": um homem que aproveita o presente, sem se preocupar com o futuro, muito menos o passado. Ao longo do livro, a voz do personagem nos presenteia com frases célebres e ensinamentos maravilhosos, daqueles que você pode guardar na mente para sempre. "Zorba, o Grego" é, além do mais, um manual de como aproveitar a vida. Duvido que alguém, após a leitura, veja o tempo de sua vida da mesma forma. As perguntas que ficam são: será possível viver como Zorba? Estamos mais para o "patrão" ou para o grego dançarino? Como alcançar a eternidade na efemeridade da vida? Acho que nunca me deparei com tamanha obra de arte, sincera, profunda. Não há como não se emocionar com este grego que nos ensina tanto; sim, tornou-se meu livro mais querido! Uma grande frase que me marcou muito no livro: "Todos os homens têm a sua loucura, mas a maior loucura me parece que é não ter nenhuma".

    57 curtidas

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    • 5 estrelas32%
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    • 1 estrelas3%
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    Nikos Kazantzakis

    Foi um poeta, novelista, dramaturgo e filósofo grego. Mestre da literatura grega do século XX, ficou conhecido como um brilhante revitalizador dos mais diversos gêneros literários. Para fugir da instabilidade política na ilha de Creta, seus pais inscreveram-no em uma escola de padres franceses na ilha de Naxos. Depois estudou direito em Atenas (1902-1906) e filosofia em Paris, onde durante dois anos (1907-1908) foi aluno de seu tutor, o filósofo Henri Bergson. Depois, como correspondente estrangeiro de imprensa, viajou por Espanha, cobrindo a Guerra Civil Espanhola para um jornal grego, Reino Unido, União Soviética, Egito, Palestina e Japão, enquanto escrevia, incluindo poemas, reflexões filosóficas e comentários de viagens. Lançou Odíssa (1938), poema de 33.333 versos que pretendia ser um prolongamento da célebre obra de Homero. Durante os primeiros meses da Segunda Guerra Mundial, trabalhou para Conselho Britânico, em Londres (1939-1940), deixando o posto para retornar à Grécia, onde viveu sob a ocupação alemã. Envolvido na política nacional, foi nomeado Ministro da Educação (1945) e tornou-se dirigente do partido socialista grego (1946). O prestígio internacional do autor veio com romance Víos kai politía tou Aléxi Zormpá (1946), o famoso Zorba, o grego que também fez grande sucesso quando adaptado para o cinema (1964). Por um curto período morou na Inglaterra (1946) e depois radicou-se na praia francesa de Antibes, onde escreveu O kapetfán Mikhális (1950), os romances filosóficos O khristós xanastavrónetai (1954) e O televtaíos pirasmós (1955), levado ao cinema como A última tentação de Cristo (1988). Suas obra literária abrangeu de ensaios filosóficos como Asketiké (1927), poesias e tragédias e traduções de obras clássicas da literatura, como a Divina comédia de Dante e o Fausto de Goethe. Durante uma viagem à China, adoeceu, foi transferido para Copenhague e depois para um hospital em Freiburg im Breisgau, Alemanha, onde infelizmente morreu aos 71 anos e foi enterrado em Heráclion, sua cidade natal, na Ilha de Creta.

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    Nikos Kazantzakis