Pedro Páramo
Pedro Páramo, publicada originalmente em 1955, é uma obra clássica das letras hispânicas contemporânea e dá a seu autor, Juan Rulfo, uma fama universal. A história começa com o protagonista, Juan Preciado, indo a Comala a fim de cumprir a promessa feita a mãe em seu leito de morte, que seria procurar seu pai, Pedro Páramo, e lhe cobrar tudo a que tinha direito. À medida em que o protagonista adentra o povoado, ele é conduzido a um mundo diferente do descrito por sua mãe. Ele se depara com personagens estranhos que enchem a cidade de murmúrios e a reconstrói através de memórias. Dessa forma, o autor nos conduz do real ao fantástico, onde passado e presente dialogam e se entrelaçam descrevendo de forma avassaladora a realidade cotidiana do campo mexicano do século XX. Enfim, o livro é muito bom; um pouco louco, mas bom. A gente começa a ler e só lá no meio é que alguma coisa começa fazer sentido, mas no fim a gente entende (eu acho, rs, brincadeira). Sobre o autor: Juan Rulfo Vizcaíno (1917- 1986), é considerado um mito da história da literatura hispânica. Nasceu em Sayula, no estado de Jalisco, México, e publicou em 1953 a coleção de contos El Llano en Llamas e em 1955, seu único romance Pedro Páramo. Ganhou o Prêmio Príncipe de Áustrias das Letras, em 1983. Sua infância está marcada pelas violentas Revoltas Campesinas e Cristeras, o que teria grande influencia em seu fazer literário.

