O primeiro é melhor
O livro sai um pouco da proposta original do primeiro por possuir mais abordagens introspectivas do autor e menos "esquetes" da vida de pai. Mais uma vez, possui pensamentos interessantes sobre como a sociedade aborda as crianças e "as acompanha" durante seu crescimento. Uma boa discussão, é também, o fato da sociedade se inpressionar com um pai sendo o pai mais básico possível. O fato de um pai trocar uma fralda é motivo de aplausos até hoje, enquanto a mãe sempre é a megera se tem 1 ml de água a menos na mamadeira. Não é porque vivemos numa sociedade onde muitos pais sequer assumem a paternidade que devemos tratar como herói o pai que faz o básico, que é o mesmo serviço da mãe. Novamente me proponho a voltar aqui em 2 anos para comentar minha experiência pessoal com o tema 'chupeta' no qual discordo muito da visão do autor. No mais, segue os parâmetros da resenha do livro 1.
