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    Filosofia como política cultural -

    Richard Rorty

    Martins Fontes
    2009
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-14: 9788561635398_
    Português Brasileiro
    4.3
    7 avaliações
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    Filosofia como política cultural é uma seleção dos trabalhos filosóficos de Richard Rorty que foram reunidos na última década, entre 1996 e 2006. Trata-se, de certa maneira, de seu testamento, no qual desenvolveu temas atuais e de interesse permanente, como a religião e a política cultural, o lugar da filosofia e da imaginação na cultura ocidental, o holismo, historicismo e naturalismo. Inspirado em John Dewey, Robert Brandom, William James, e mensurando-se criativamente com Kant, Heidegger, Hegel, Nietzsche, a hermenêutica, o desconstrucionismo e o pós-moderno, Rorty nos deixou uma coleção ímpar de textos que certamente atrairá a todos que tenham interesse pela filosofia e sua relação com a cultura. Do simples ao complexo e apoiando-se na proposta jamesiana de optar sempre pelo “que ajudará a criar um mundo melhor”, Rorty atinge o ápice nos capítulos finais, em que trata da questão da linguagem e da filosofia analítica e suas relações com outras linhas, particularmente a pragmática.

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    Richard Rorty

    Richard Rorty (Nova Iorque, 4 de Outubro de 1931 - Palo Alto, 8 de Junho de 2007[1]) foi um filósofo pragmatista estadunidense. A sua principal obra é Filosofia e o Espelho da Natureza (1979). Richard Rorty foi um filósofo que esteve em pé de guerra com a filosofia toda a sua vida. Defendia-se contra a pretensão de absoluto do pensamento analítico e renunciou durante décadas, a modo de protesto contra as correntes tradicionais do seu âmbito, a dirigir uma cátedra de filosofia (apenas aceitou até 1982 um lugar na Universidade de Princeton). Disse numa entrevista: "Creio que as histórias tristes sobre padecimentos concretos muitas vezes são um melhor caminho para modificar o comportamento das pessoas que citar regras universais".

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    12 Seguidores
    Estado de Nova Iorque, Estados Unidos

    Richard Rorty