“But it isn’t necessary to believe whales are as smart as humans to believe that they are great. They don’t have to know words to sing songs. They don’t have to be anything but what they are to be magnificent. And even though I don’t really know what a soul is, I know this — if humans have them, then so do whales.”
Acho que depois de três livros com personagens que não ligam tanto com a questão moral em morfar em animais, digo no sentindo se devem ou não, ser exposta aos pensamentos da Cassie e a sua luta interna realmente me pegou desprevenida. Eu não estava preparada para pensar nisso: é certo ou errado pegar o DNA de um animal tão inteligente, como o golfinho, e morfar nele?
Outro fato interessante foi que o livro conseguiu mostrar que não são só os Yeerks que são perigosos, e sim o planeta em si. Isso já foi mostrado um pouco no livro anterior quando o pessoal morfou em lobos e acabaram dando de cara com uma alcatéia selvagem e, por conta dos instintos de ambos os grupos, quase houve um ataque. Agora, nesse livro em questão, tivemos uma breve luta entre o grupo morfado em golfinhos e um pequeno grupo de tubarões atacando uma baleia. No final da luta, eles acabam percebendo uma coisa: a vida na Terra pode ser tão perigosa quanto a vida fora dela.
Por fim, a introdução do Ax, um Andalite pré-adolescente e primo do Elfangor, o Andalite que foi morto pelo Visser Three no primeiro livro (e também quem deu a habilidade de morfar para o grupo), também foi um ponto positivo do livro. Estou curiosa para saber como vai ser os próximos livros com a adição dele ao grupo.