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    A Longa Tarde da Terra (Colecção Contacto #1) - Hothouse: The Long Afternoon of Earth

    Brian Aldiss

    Gradiva
    1986
    279 páginas
    9h 18m
    ISBN-1: 0
    Português
    3.8
    13 avaliações
    Leram25Lendo1Querem32Relendo0Abandonos2Resenhas1
    Favoritos5Desejados32Avaliaram13

    Hothouse de Brian Aldiss (1962) -- A Terra. Dentro de milhões de anos. Quando o universo já estiver a arrefecer e o Sol se preparar para entrar em nova. A poucos séculos do fim. Quando uma só figueira gigantesca cobrir o planeta inteiro e se unir à Lua através de uma imensa teia vegetal. Quando sementes inteligentes, do tamanho de montanhas, se prepararem para polinizar as estrelas. Quando os animais forem plantas e as plantas animais. Quando os derradeiros humanos, reduzidos a poucos centímetros de altura, viverem e morrerem, parasitas entre os parasitas de uma estufa à escala planetária. Quando a Terra deixar de rodar. No silêncio de uma tarde que se arrasta, como um eterno Verão. [Wikipedia] Hothouse is a 1962 award-winning fantasy/science fiction novel by British author Brian W. Aldiss, composed of five novelettes that were originally serialised in a magazine. In the US, an abridged version was published as The Long Afternoon of Earth; the full version was not published there until 1976. The five stories which make up the novel, which were published separately in The Magazine of Fantasy & Science Fiction in 1961, were collectively awarded the 1962 Hugo Award for Best Short Fiction. In the novel, Earth now has one side constantly facing the sun (which is larger and hotter than it is at present) so it has become a veritable hothouse, where plants have filled almost all ecological niches. According to Aldiss' account, the US publisher insisted on the name change so the book would not be placed in the horticulture section in bookshops... Set in a far future, the earth has locked rotation with the Sun, and is attached to the now-more-distant Moon, which resides at a Trojan point, with cobwebs spun by enormous spider-like plants. The Sun has swollen to fill half the sky and, with the increased light and heat, the plants are engaged in a constant frenzy of growth and decay, like a tropical forest enhanced a thousandfold. The plants – many now omnivores – have filled all the ecological niches on the land and in the air, many evolving primitive nervous systems and, in some cases, eyes; of the animals in the forest only the descendants of four species of social insects remain - tigerflies (evolved from wasps), tree-bees, plant-ants and termights (from termites) - along with small groups of humans (a fifth of the size they are now); all other land and air animals have been driven to extinction by the vegetable kingdom, apart from a few shore dwellers. The humans live on the edge of extinction, within the canopy layer of a giant banyan tree that covers the continent on the day side of the earth.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Pietra Berticelli Malanski picture
    Pietra Berticelli Malanski10/01/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O que?! Plantas?!

    Não chamaria esse livro de doido, mas que história inusitada! Brian Aldiss costuma usar, e muito, sua criatividade na hora de escrever suas obras, pegando uma realidade que não seria totalmente impossível e aplicando a ela as mais fantasiosas possibilidades. Em “A Longa Tarde da Terra”, vemos um universo próximo do fim, em que o Sol cresceu e arrefeceu, fazendo com que o planeta, ao parar de rotacionar, tenha uma de suas faces permanentemente voltadas para o Sol. Em sua face constantemente voltada para o Sol, as plantas puderam atingir seu ápice, ultrapassando os humanos na escala evolucionária. Reduzidos a humanoides com poucos centímetros de altura, os remanescentes da raça humana vivem em um mundo onde uma única árvore, uma figueira de bengala de proporções gigantescas, ocupa toda a face iluminada. Nesse mundo, as plantas são animais, uma rede vegetal liga a Terra à Lua e a colonização do espaço não é mais um objetivo humano, quando sementes inteligentes se preparam para colonizar as estrelas. Quando a sobrevivência da nossa espécie depende da simbiose com esse mundo vegetal, Brian Aldiss apresenta um futuro tão alternativo que poderia ser considerado absurdo, mas que pode ser tão cativante e caloroso como seu eterno verão.

    1 curtida

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    Avaliações

    3.8 / 13
    • 5 estrelas31%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas23%
    • 2 estrelas15%
    • 1 estrelas0%
    Brian Aldiss profile picture

    Brian Aldiss

    Brian Wilson Aldiss é um escritor inglês de ficção científica. Grandemente influenciado pelo pioneiro de ficção científica, H. G. Wells, Aldiss é um Vice-Presidente da internacional H. G. Wells Society. Seu conto Super-Toys Last All Summer Long serviu de base a Stanley Kubrick e Steven Spielberg para o roteiro do filme A.I. - Inteligência Artificial. Em 1943 alistou-se no regimento dos Royal Signals, e prestou serviço militar na Birmânia. Foram talvez as florestas tropicais desse país que o inspiraram a escrever Hothouse ("A Longa Tarde da Terra" na edição portuguesa). Em 1983 recebeu o prémio John W. Campbell Memorial Award pela sua obra "A primavera de Helicónia", a primeira parte de uma trilogia que também inclui "O verão de Helicónia" e "O inverno de Helicónia".

    40 Livros
    15 Seguidores
    East Dereham, Inglaterra

    Brian Aldiss