Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas256
    • Leitores4794
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Vitorianas macabras -

    Charlotte Brontë, E. Nesbit, Margaret Oliphant, Amelia B. Edwards, Charlotte Riddell, Louisa Baldwin, Mary E. Braddon

    DarkSide Books
    2020
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-13: 9788594541932
    Português Brasileiro
    4.2
    1213 avaliações
    Leram1527Lendo257Querem2931Relendo7Abandonos72Resenhas256
    Favoritos116Desejados2931Avaliaram1213

    Para enaltecer as mulheres ilustres que prestaram uma contribuição formidável à literatura - e reparar a injustiça histórica que por séculos reverenciou apenas os homens -, a DarkSide® Books e a Macabra Filmes orgulhosamente apresentam a antologia Vitorianas Macabras. Organizada em parceria com Marcia Heloisa - doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense, também responsável pela tradução e já conhecida pelos darksiders por seu exímio trabalho com Bram Stoker e Edgar Allan Poe, na linha Medo Clássico, a coletânea apresenta treze histórias escritas por autoras que, assim como nós, foram cativadas pelo medo e por tudo aquilo que é sobrenatural. Verdadeiramente assustadoras, as histórias desta antologia foram ecoadas em contos e romances publicados nos séculos seguintes, uma proeza e influência que apenas as tramas mais poderosas poderiam conseguir. Aqui, o medo se manifesta de diversas maneiras, todas elas terríveis, impressionantes… e difíceis de esquecer. Não vamos contar todos os segredos, mas aqui vai um gostinho do que está por vir: “A Prece”, de Violet Hunt, é uma espécie de avô de Cemitério Maldito; o perturbador “Onde o Fogo Não se Apaga”, de May Sinclair, reproduz a tensão dos slashers com a profundidade do terror psicológico; “O Conto da Velha Ama”, de Elizabeth Gaskell, e “O Mistério do Elevador”, de Louisa Baldwin, apresentam fantasmas memoráveis; já em “A Janela da Biblioteca”, Margaret Oliphant traz um ensaio melancólico sobre o fantasma da solidão. “A voz dessas autoras é única, suas vidas são o verdadeiro assombro diante da grandeza de suas obras até então esquecidas”, afirma Christiano Menezes, diretor editorial da DarkSide®. “Há muito tempo eu não era tocada por textos tão poderosos”, completa Marcia Heloisa. Vitorianas Macabras reúne ainda histórias de Charlotte Brontë, H.D. Everett, Vernon Lee, Rhoda Broughton, Charlotte Riddell, Edith Nesbit, Amelia B. Edwards e Mary Braddon. Essas mulheres, além de serem figuras ilustres do protagonismo feminino, tinham em comum, é claro, o amor pela literatura: passaram a vida escrevendo, transformaram as palavras em seu ofício e tocaram inúmeros leitores com seus escritos.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (256)Ver mais
    Victtor Martinez picture
    Victtor Martinez18/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma carta de amor (de terror) para as mulheres

    Vitorianas Macabras mostra que o casamento entre a Darkside Books com a Macabra TV deu certo. Ainda que as duas tenham como base o terror, o livro realça que a caveira tem um grande coração, refletido nas palavras de um discurso empoderado. ?Por que será que escolhemos nos lembrar dos espartilhos e das crinolinas, mas ignoramos a luta e o êxito das sufragistas? E, em uma era que nos deu tantas mulheres formidáveis, por que reverenciamos apenas os homens? ? Sendo assim, o principal objetivo da antologia é reparar uma injustiça histórica, apresentando aos leitores a vida e a obra de 13 mulheres que enriqueceram a literatura. Mulheres que estavam além de seu tempo e que enfrentaram as convenções, combatendo o preconceito e as adversidades para conquistar independência financeira e autonomia ao se dedicar à arte. VITORIANAS Para o leitor compreender melhor a era vitoriana, o livro traz uma biografia da rainha Vitória, com um breve panorama da tragédia que marcou a vida da monarca, bem como os elementos que foram base para as treze autoras presentes desenvolverem seus contos. OS CONTOS Em Vitorias Macabras os contos possuem certa similaridade. Como o palco de fundo é a mesma era, casas assombradas, espíritos vingativos e mistérios se repetem. Ainda assim, a leitura não fica monótona, pois o estilo da escrita de cada autora é algo único, bem como a mensagem a ser passada. OS PREFERIDOS Nem tudo são flores, mas assumo que no fim não gostei apenas de dois contos. Entre os preferidos, estão: - A Porta Sinistra (Charlotte Riddell) Um rapaz com mania de grandeza aceita a missão de investigar o mistério de uma porta que não se fecha em uma mansão tida como mal-assombrada. - O mistério do elevador (Louisa Baldwin) Entre as idas e vindas de um elevador, o ascensorista de um hotel de luxo descobre que nem todos que entram são o que parecem. - O conto da velha ama (Elizabeth Gaskell) Revive os acontecimentos sinistros de uma mulher que foi morar com uma criança em uma mansão assombrada por eventos trágicos do passado. - Onde o fogo não se apaga (May Sinclair) Após se envolver com um homem casado, mulher descobre o sabor do carma em um romance que dura para toda eternidade. JOGO ABERTO A Verdade é que me apaixonei por Vitorianas Macabras. Fui seduzido de tal modo que ficou difícil avaliar a obra como um todo. A edição perfeita, com o pequeno histórico de cada autora antes do conto, aproxima leitor, que descobre segredos, como os de rivalidade entre algumas delas. Apesar do livro ser todo escrito por mulheres, senti um pequeno incômodo ao perceber que a maioria dos protagonistas nos contos são homens, no entanto, considerando a época em que foram escritos é possível compreender o raciocínio das autoras, que algumas vezes escreviam sob o pseudônimo masculino para ganhar destaque do que publicavam. Em suma, se você for fã do gênero e da era vitoriana, leia e se encante.

    73 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 1213
    • 5 estrelas32%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%
    Charlotte Brontë profile picture

    Charlotte Brontë

    Charlotte Brontë foi uma das grandes romancistas da Inglaterra do século 19, a mais velha das três irmãs Brontë, cujos romances são marcos na história da literatura mundial. Nasceu em 1816, sendo a terceira filha do reverendo Patrick Brontë e de sua esposa, Maria Branwell. Seu irmão, Patrick Branwell, nasceu em 1817 e suas irmãs, Emily e Anne, em 1818 e 1820, respectivamente. Em 1820, seu pai foi nomeado como pároco de Haworth, próximo a Yorkshire, para a família se mudou; em 1821, Maria Branwell morre e deixa a criação de seus filhos sob os cuidados de sua irmã, Elizabeth Branwell. As pobres condições de vida enfrentadas pelas crianças Brontë as levaram a uma série de problemas de saúde, iniciando com a morte das duas irmãs mais velhas da família, em 1825, após terem ingressado no Clergy Daughters School. Foi este colégio que inspiraria, mais tarde, Charlotte na descrição do sinistro colégio Lowood que aparece em seu romance “Jane Eyre”. Seu ingresso na literatura iniciou-se com pequenos contos de inspiração byroniana escritos em conjuntos com seus irmãos: com Patrick, criou o reino imaginário de Angria, ao mesmo tempo que Emily e Anne criavam o reino de Gondal. Em 1842, Charlotte e Emily ingressaram em internado em Bruxelas, mas a morte de sua tia a obrigaram retornar à Inglaterra. Emily passou a cuidar da administração da casa dos Brontë e Anne tornou-se preceptora de uma família nas cercanias de York, para a mesma família na qual Patrick Branwell servia como professor particular. As experiências que Charlotte vivenciou em Bruxelas serviram para inspirá-la nas características da personagem Lucy Snow, protagonista de seu romance “Villete”, de 1853. No mesmo ano, seu irmão Patrick envolveu-se com a mulher de seu patrão e a partir deste ano passa a recorrer ao ópio e à bebida. Foi Charlotte quem incentivou as irmãs a escreverem e a publicarem seus romances, a partir de 1847, valendo-se de pseudônimos ambíguos: Charlotte publicou “Jane Eyre”, sob a alcunha de Currer Bell; Emily, publicou “O Morro dos Ventos Uivantes”, sob o nome de Ellis Bell, obtendo sucesso imediato; “Agnes Grey”, foi publicado por Anne, sob o nome de Acton Bell. Emily morreria de tuberculose, em 1848 e Anne, em 1849, um ano após publicar “A Moradora de Wildfell Hall”. Charlotte se casaria em 1854 com o assistente de seu pai, Arthur Bell Nicholls, que fora o seu quarto pretendente. Em 31 de março de 1855, grávida de seu único filho, caiu enferma e morreria de tuberculose como suas irmãs. A importância de Charlotte Brontë é significativa em um momento em que as relações sociais e econômicas da sociedade se transformavam: em uma época onde as mulheres eram consideradas apenas como um mero adorno social, Charlotte Brontë bravamente enfrentou os obstáculos da sociedade através de sua obra. Seus romances falam sobre a opressão da mulher, o que a caracterizam como uma das primeiras mulheres modernas; entretanto, classificá-la apenas como feminista seria uma má-representação de sua verdadeira condição e importância. Diferentemente das escritoras Mary Wollstonecraft e George Sand, que surgem como as primeiras defensoras da nova condição da mulher, Charlotte vale-se exclusivamente de suas obras para imprimir uma nova visão do papel da mulher. Nesse ponto, Charlotte Brontë é uma das grandes opositoras da obra de Jane Austen, por considerar que as personagens austeanas se conformavam com o papel da mulher submissa dos primeiros anos do século 19. Nesse ponto, as personagens elaboradas por Charlotte são diametralmente opostas às criadas por Jane Austen. Sua vida foi registrada através da biografia publicada por sua amiga, a escritora Elizabeth Gleghorn Gaskell. Sua produção literária, apesar de modesta, é significativa: sua primeira obra, “The Green Dwarf, A Tale of the Perfect Tense”, foi escrita em 1833; seguiu uma produção juvenília até a publicação de seu primeiro romance, “Jane Eyre”, em 1847; “Shirley” foi escrita em 1849; “Villette”, em 1853; “O Professor”, apesar de ter sido seu primeiro romance, antes mesmo de “Jane Eyre” somente foi publicado postumamente, em 1857; deixou ainda inacabado “Emma”, publicado em 1860.

    51 Livros
    966 Seguidores
    Yorkshire, Inglaterra

    Charlotte Brontë