Uma mãe descobre a traição do companheiro e, separando-se, vê-se num redemoinho de dificuldades com a filha de quatro anos. E isso é só o começo... Prezada senhora **, imagino que, por alguma razão, não tenha podido responder o meu e-mail. Também ocorreu-me que, antes de responder a pergunta que fiz, a senhora possa, naturalmente, desejar detalhes de tudo o que aconteceu; é uma postura compreensível e responsável. Da minha parte, a descoberta de seu contato foi o melhor achado em muito tempo – na verdade, chamei-a de dádiva – , e na minha euforia não pensei na importância de lhe relatar em detalhe o que ocorreu com minha filha e comigo. Posso oferecer isso agora, inclusive consultando o meu diário (que eu escrevia pontualmente nesse período). Se a senhora me conceder sua atenção a seguir, e responder-me levando em conta quão dolorosas são as recordações que revivo para lhe contar, vai deixar esta mãe muito, muito feliz. Que recordações dolorosas seriam essas? Quem seria esta senhora? E por que uma resposta dela é tão importante para esta mãe? Se você gosta de estórias tocantes, intensas, e surpreendentes, você vai adorar DUDINHA.
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