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    Red Tigress (Blood Heir #2) -

    Amélie Wen Zhao

    Delacorte Press
    2020
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-10: 0525707832
    3.8
    8 avaliações
    Leram4Lendo0Querem18Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos0Desejados18Avaliaram8

    For fans of Children of Blood and Bone comes the sequel to Blood Heir. The second book in an epic fantasy series about a princess hiding a dark secret and the con man she must trust to clear her name for her father's murder. Ana Mikhailov is the only surviving member of the royal family of Cyrilia. She has no army, no title, and no allies, and now she must find a way to take back the throne or risk the brutal retribution of the empress. Morganya is determined to establish a new world order on the spilled blood of non-Affinites. Ana is certain that Morganya won't stop until she kills them all. Ana's only chance at navigating the dangerous world of her homeland means partnering with Ramson Quicktongue again. But the cunning crime lord has schemes of his own. For Ana to find an army, they must cross the Whitewaves to the impenetrable stone forts of Bregon. Only, no one can be certain what they will find there. A dark power has risen. Will revolution bring peace--or will it only pave the streets in more blood.

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    Resenhas (4)Ver mais
    Alexandra Pinheiro Kappke picture
    Alexandra Pinheiro Kappke08/02/2022Resenhou um livro
    3 (Bom)

    RAINHA VERMELHA GENERICO

    Para falar desse livro eu tenho que dividir ele em duas partes, a primeira bem chatinha e arrastada e a segunda com um pouco mais de intriga. A primeira parte não me prendeu tanto na leitura quanto o primeiro livro, mas a segunda parte foi na velocidade da luz. No geral, o livro como um todo sustentou a mesma dinâmica e qualidades do primeiro livro da trilogia, que, lembrando, trata-se de um young adult de fantasia bem típico desses com pegada de revolução e governos tiranos, e, portanto, segue sendo apenas bonzinho. O enredo não é nada inovador, e aqui começou arrastado e repetitivo. A autora tem o artificio de reaproveitar frases de efeito muito bregas, dessas de revirar os olhos. Até aqui a trilogia é bem genérica e lembra bastante (embora que não tão bom quanto) A rainha vermelha com respeito aos tipos de personagens, tramas, tópicos, profundidade. Eu meio que perdi totalmente o interesse nessa leitura nos primeiros capítulos porque os personagens não têm tanto carisma e o plot não tem nada de chamativo, nenhum diferencial, de tantos outros que parecem igual esse livro. Não achei mal feito, apenas pouco interessante. Esse volume é focado na decisão da Ana sobre que lado tomar na guerra iminente, aperfeiçoar seus poderes e como se pronunciar com relação ao seu trono. Para a surpresa de zero pessoas, surgem objetos mágicos superpoderosos que precisam ser encontrados, impedidos, usados, destruídos, etc pelos mocinhos –- o enredo básico do gênero –- e durante uma parte do livro, os personagens irão investigar a existência e características dessas fontes de poder. Achei razoável a maneira como a autora apresentou e desenvolveu o seu mundo, com respeito a origem e as regras da natureza mágica de sua história. Não encontrei furos, não encontrei inovações, não encontrei incoerências, não encontrei um desejo em mim de fazer parte já que não foi cativante o suficiente. A Ana como personagem principal segue sendo muito fraca de carisma e personalidade. A Lin é muito mais interessante que ela, porém também parece que faltou, sempre muito genérica. O desenvolvimento da Ana é forçado, brega, rápido, obvio. Talvez o melhor desenvolvimento de personagens seja as desavenças da Ana com o alquimista e o Kaïs, os encontros e desencontros com os mesmos foram bem planejados e foi bem construída e suficientemente interessante a questão de que ela havia todos os motivos do mundo para odiá-los, mas ainda assim fica claro durante a leitura que eles não são pessoas ruins por seus crimes. Romance não é o foco, no entanto a química entre Ramson e Ana segue leve, gostosinha e interessante. O fato de sempre acontecer tão pouca coisa entre eles não me deixa frustrada, pois parece coerente frente a tudo que eles passam na história. Ou talvez eu não me importe tanto assim (rsrsrsrs). Já a questão romântica da Lin e do Kaïs foi aquela carta repetida de sempre né, apaixonados, mas com desavenças políticas. Deu para entreter, mas em alguns momentos dramáticos e copy paste eu não tive paciência. O Kaïs é um personagem novo, bem desenvolvido, fofinho, mas que é apenas o basicão. A Sorsha também é uma novidade na área dos vilões que simplesmente exite pra enrolar e espichar a história, deixando o livro mais longo, mas não desmereço totalmente. Razoavelmente bem desenvolvida, apenas chatinha. A Morganya é uma vilã decente, a culpa geral do desempenho dela é por conta do plot repetitivo e sem graça. O verdadeiro passado do Ramsom é outra mão na roda, de olhar e falar "meh, solução fácil", apenas mais do mesmo. No entanto, seu passado e seu relacionamento com seu pai também foi bem desenvolvido, entre estes todos, esse foi o mais emotivo e bem justificado. Eu não lembro mais o nome do menino, de tão insignificante que foi, mas queria dizer que aquele amigo de infância da Ana é o Kilorn desse livro (não tenho paciência). É isso. Foi um pouco maçante e devagar mesmo ouvindo o audiobook. Na metade final estava muito mais envolvida e interessada por conta da ação. Quando lançar o último livro só ouvirei quando precisar de uma distração ao fazer outras coisas, não achei que vale a pena gastar tempo e esforço sentando pra ler isso. É um genérico de Rainha Vermelha, Legend e Trono de Vidro com personagens bem menos cativantes. Bom para passar o tempo para quem gosta do gênero mas sem nenhum fator de distinção.

    2 curtidas

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    3.8 / 8
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas38%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Amélie Wen Zhao profile picture

    Amélie Wen Zhao

    AMÉLIE WEN ZHAO nasceu em Paris, cresceu em Pequim e fez faculdade em Nova York, onde mora atualmente. Blood Heir é seu primeiro livro.

    11 Livros
    8 Seguidores

    Amélie Wen Zhao