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    When My Name Was Keoko -

    Linda Sue Park

    Clarion Books
    2002
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-10: 0618133359
    4.4
    5 avaliações
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    For Kim Sun-hee's whole life , Korea has belonged to Japan. Sun-hee and her brother, Tae-yul, have grown up studying Japanese and speaking it at school. Their own language, Korean, can be spoken only at home, and some Korean things-like the flag-are not to be spoken of at all. When the Emperor of Japan decrees that all Koreans must take Japanese names, Sun-hee and Tae-yul become Keoko and Nobuo. It is just one more step in a familiar process, but somehow it changes everything. Then World War II comes to Korea. No battles are fought on Korean soil, yet soldiers are everywhere. At school, the students have war preparation duties instead of classes. But making Koreans take Japanese names has not turned then into loyal subjects, ready to fight for Japan. When Tae-yul sees a chance to help his beloved uncle, whom the Japanese suspect of aiding the Korean resistance, he leaves home. Sun-hee stays behind, entrusted with the life-and-death secrets of a family at war. Whe My Name Was Keoko is a Wold War II novel with a difference: two parallel stories seamlessly interwoven into a taut, compelling narrative that illuminates the wartime experience in occupied Korea.

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    Igor P C Vieira picture
    Igor P C Vieira18/06/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Não quis 'colocar o dedo na ferida'

    O livro é interessante na medida que é uma ficção histórica num período distante da nossa realidade: final da ocupação japonesa na Coreia nos anos de 1940's. Como já li sobre o assunto, e inclusive morei por 11 meses na Coreia do Sul, já conhecia parte da história. Mesmo assim ache válido o livro. Só destaco que é uma estória que não quer tocar em feridas antigas. Isto é, nas barbaridades cometidas pelos japoneses durante a ocupação. Sim, vai falar muitas coisas, mas omite outras. Quisesse mesmo fazer um livro mais chocante e provocador, digo assim, a Keoko tinha que ter sido obrigada a ser uma 'comfort woman' para os soldados japoneses. Não foi. Até marquei que há spoiler. Então o livro pegou 'leve' com os japoneses, de proposito. Acredito que deva ter recebido criticas no próprio país. Bem, também não vou atacar ferida alguma, mas ela está lá.

    2 curtidas

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