Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas6
    • Leitores364
    • Similares0

    Notas para uma definição de cultura -

    T. S. Eliot

    Perspectiva
    2008
    1960 páginas
    2d 17h 20m
    ISBN-10: 8527306115
    Português Brasileiro
    4
    62 avaliações
    Leram104Lendo12Querem241Relendo1Abandonos6Resenhas6
    Favoritos4Desejados241Avaliaram62

    Notas para uma definição de cultura representa a produção ensaística mais significativa de T. S. Eliot. É um de seus textos mais discutidos e discutíveis. Procedendo a um exame crítico e filosófico da palavra cultura, o poeta e ensaísta anglo-americano, cuja figura se imprimiu profundamente na literatura inglesa e universal entre os anos 20 e 50, faz uma reavaliação das condições sociais, regionais e religiosas que atuam na formação dos meios ambientes específicos. Independentemente de como se queria avaliar a posição deste autor — e ela é questionável em muitos aspectos —, às vezes por um conservadorismo e reacionarismo estético-político inaceitáveis, deve-se reconhecer a fecundidade da análise e a agudeza de visão que comparecem nestas Notas para uma definição de cultura. É um livro que merece uma atenção séria do leitor e que deve ser largamente lido e discutido.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (6)Ver mais
    Caio Lobo picture
    Caio Lobo12/07/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A perspicácia de T.S. Eliott para falar sobre cultura como algo muito maior do que costumamos considerar é essencial para a própria cultura. Não é à toa que Eliott foi uma das influências de Roger Scruton. Arte, filosofia, ciência, religião, trabalho, costumes, literatura, língua, culinária e outras criações humanas integram a cultura, ou seja, engloba tudo o que uma sociedade produz. A cultura depende da variedade, de seus vizinhos; uma cultura fechada decai e uma cultura extremamente aberta e planificada perde características. A elite que desenvolve, protege e divulga um dos ramos da cultura deve estar sempre em comunicação as elites de outros campos de conhecimento. Então a única unidade cultural que pode se desenvolver é a unidade composta de diversidade. Este é um livro urgente para a modernidade onde a cultura está perdendo vários de seus elementos.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 62
    • 5 estrelas37%
    • 4 estrelas45%
    • 3 estrelas11%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas2%
    Thomas Stearns Eliot profile picture

    Thomas Stearns Eliot

    Eliot nasceu nos Estados Unidos, mudou-se para a Inglaterra em 1914 (então com 25 anos) e tornou-se cidadão britânico em 1927, com 39 anos de idade. T. S Eliot residia em Londres. Depois da guerra, nos anos vinte, ele passou muito tempo com outros grandes artistas na avenida Montparnasse, em Paris, onde foi fotografado por Man Ray. A poesia francesa exerceu grande influência na obra de Eliot, em particular o simbolista Charles Baudelaire, cujas imagens da vida em Paris serviram de modelo para a imagem de Londres pintada por Eliot. Ele começou então a estudar sânscrito e religiões orientais, chegando a ser aluno do renomado armênio G. I. Gurdjieff. A obra de Eliot, após a sua conversão ao cristianismo pela Igreja Anglicana, é frequentemente religiosa em sua natureza e tenta preservar o inglês arcaico e alguns valores europeus que ele julgava serem importantes. Publicou o poema The Waste Land em 1922; em 1927 obteve a nacionalidade britânica. Em 1928, Eliot resumiu suas crenças muito bem no prefácio de de seu livro "Para Lancelot Andrews": "O ponto de vista geral [dos assuntos do livro] pode ser descrito como classicista na literatura, monarquista na política e anglo-católico na religião." Essa fase inclui trabalhos poéticos como Ash Wednesday, The Journey of the Magi, e Four Quartets. Recebeu o Nobel de Literatura de 1948.

    59 Livros
    131 Seguidores
    Missouri, Estados Unidos

    Thomas Stearns Eliot