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    The Camelot Betrayal (Camelot Rising #2) -

    Kiersten White

    Delacorte Press
    2020
    462 páginas
    15h 24m
    ISBN-10: 0525581715
    3.9
    20 avaliações
    Leram23Lendo1Querem58Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados58Avaliaram20

    The second book in a new fantasy trilogy from New York Times bestselling author Kiersten White, exploring the nature of self, the inevitable cost of progress, and, of course, magic and romance and betrayal so epic Queen Guinevere remains the most famous queen who never lived. EVERYTHING IS AS IT SHOULD BE IN CAMELOT: King Arthur is expanding his kingdom's influence with Queen Guinevere at his side. Yet every night, dreams of darkness and unknowable power plague her. Guinevere might have accepted her role, but she still cannot find a place for herself in all of it. The closer she gets to Brangien, pining for her lost love Isolde, Lancelot, fighting to prove her worth as Queen's knight, and Arthur, everything to everyone and thus never quite enough for Guinevere--the more she realizes how empty she is. She has no sense of who she truly was before she was Guinevere. The more she tries to claim herself as queen, the more she wonders if Mordred was right: she doesn't belong. She never will. When a rescue goes awry and results in the death of something precious, a devastated Guinevere returns to Camelot to find the greatest threat yet has arrived. Not in the form of the Dark Queen or an invading army, but in the form of the real Guinevere's younger sister. Is her deception at an end? And who is she really deceiving--Camelot, or herself?

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    Resenhas (1)Ver mais
    Carolina Leocadio picture
    Carolina Leocadio16/12/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Minha penitência está paga!

    Eu não sei se quero parabenizar ou esganar o responsável por escrever as sinopses desta série, mas certamente vende o produto. Segunda vez que sou enganada pela sinopse. Segunda vez que dou uma chance na vã ilusão de que haveria enredo. De que encontraria uma história emocionante, interessante, principalmente >bem escrita < sobre a lenda de Rei Arthur. Este livro consiste na Kiersten White repetindo tudo o que se passou em <i> The Guinevere Deception </i>, nos mínimos detalhes, como se o leitor tivesse problemas de memória (acho que a autora que precisa de suco de maracujá) e nos personagens zanzando de um canto a outro em missões infrutíferas e despistas de emoção. O problema é que a gente só descobre isso quando a missão é concluída Enquanto os personagens se organizam e tramam, há uma promessa no ar de que cada uma dessas aventuras tirará o livro desse marasmo infinito e infernal. Esqueça o que a sinopse diz. Guinevere só decide descobrir quem é ela de verdade na última página da história. Não estou brincando, é a última frase da personagem. Preferia a delicadeza disso ter acontecido no meio da história como diz a sinopse. A única diferença notável entre um livro e o outro é o Arthur. Ele mudou da água pro vinho em relação à Guinevere; deixa de tratá-la com indiferença para enxergá-la como sua parceira para defender Camelot de qualquer ameaça. O romance ainda deixa a desejar. Eles dois não têm química alguma, só a autora não vê isso. É doloroso ler qualquer momento em que eles são mais carinhosos com o outro. Doloroso nível lembrar que seus avós transam. (Os dois, no entanto, têm química com Mordred, e a autora deveria investir mais nisso. Só uma sugestão...) Se Arthur progrediu, a história não seguiu o mesmo caminho. Nem Guinevere. A história continua mal executada; e ela, uma protagonista que não convence. Guinevere parece mais um filhote de cão assustado e encurralado do que uma feiticeira poderosa, burra até dizer chega. Todo mundo a engana, manipula e ela ainda ousa se achar inteligente e perigosa. Mal dá pra acreditar que ela foi escrita pela mesma pessoa que nos deu Elizabeth Frankenstein. Cada vez penso mais que Merlin despachou ela pro castelo porque nem ele a aguentava mais Este livro tinha potencial. Além do plot central (há um, apesar de não parecer), há subplots que movimentariam a trama se fossem bem desenvolvidos. Como a questão envolvendo Lancelot. Ela conquistou seu posto igual a todos os cavaleiros, luta bem com espada, tem resistência. Mas é mulher demais para compartilhar do companheirismo entre eles; e mulher o suficiente para ser guarda e amiga pessoal de Guinevere sem que isso levante suspeitas. Ela está no limbo e gostei da autora dedicar uns parágrafos do livro para apontar isso. Não vejo a amizade entre Guinevere e Lancelot como queerbaiting. É até uma ideia preconceituosa atribuir que Lancelot é lésbica (ou bissexual) só por ela usar calças e lutar. Ausência de feminilidade e orientação sexual não estão relacionados. O plot da Ginevach foi outro desperdício. Podia movimentar a trama, principalmente se seguisse a linha que da sinopse. Tive a impressão de que Ginevach só incomodou Guinevere porque a primeira se comporta como uma mulher nobre. Ela é tudo que a rainha deveria ser e não é (e também não faz esforço para fingir ser). E nada que Kiersten White coloque na história mudará minha opinião. Aliás, uma história não é feminista se a personagem só é gentil e amável com as amigas e aliadas, mas é venenosa com as outras mulheres. Acho estranho o comportamento de Guinevere. Ela cresceu livre de etiquetas, caminhando descalça pelo campo, deitando na grama, em contato com animais e a flora, sem criadagem atrás dela. Mas não consegue fazer nada sem eles. Porém ela não chega ao nível de educação de sua irmã e outras mulheres nobres. Há um momento em que todos os personagens percebem isso. Então o que ela faz? Se lamuria, como sempre. Afirma que agirá como rainha para não levantar suspeitas, mas não o faz. Uma coisa ela conseguiu captar da realeza: ser um peso morto dependente dos criados. Por fim, Mordred. Eu gosto dele, mas não há uma razão lógica para isso. Sinto que a história ganha vida quando ele aparece. Aqui a função dele permaneceu uma incógnita do início ao fim. Espero que ele não se torne um vilão. Minha tolerância é curta para livro medíocre. Já esgotou aqui, mas vou me forçar a ler o terceiro livro. >Preciso< entender o objetivo White com esta trilogia. Não é possível que ela tenha apresentado <i> isso</i> pro agente dela, pra editora e foi aprovada. Esse monte de nada que não chega a lugar algum e só gasta árvore ** Pré-resenha ** Qualquer que tenha sido meu pecado em vidas passadas, ele foi pago com a leitura deste livro. Ouvir o audiobook tornou menos penoso, mas ainda penoso. Como no livro anterior (de acordo com alguns leitores, mas eu discordo), só nos capítulos finais acontece algo relevante e emocionante. Que vício PAVOROSO da Kiersten White adquiriu. Sempre que algo acontecia, era repetido no parágrafo seguinte e no seguinte e no seguinte como se a memória do leitor fosse tão fraca assim. Outra repetição irritante era dos principais eventos do livro anterior. White não mencionava por cima, ela repassava toda a cena de novo. Não é à toa que a versão final deste livro é gigantesca. Eu tenho muitas coisas a dizer sobre este livro. Nenhuma delas é boa.

    8 curtidas

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    Avaliações

    3.9 / 20
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas0%
    Kiersten White profile picture

    Kiersten White

    Kiersten White é autora premiada, best-seller do New York Times. Ela acredita que os livros são apenas palavras mortas em uma página até ganharem vida no cérebro daqueles que as leem. Por isso, seus leitores são um pouco como "doutores Frankenstein" – neste caso, os livros são os monstros. Kiersten vive com a família em San Diego, no sul da Califórnia (Estados Unidos). Apesar do perfeccionismo, a proximidade de seu lar ao Oceano Pacífico a impulsiona a sonhar com lugares distantes. E com tempos ainda mais longínquos.

    84 Livros
    153 Seguidores
    Utah, Estados Unidos

    Kiersten White