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    The Street -

    Ann Petry

    Virago
    2019
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-13: 9780349012933
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    With a new introduction by TAYARI JONES, author of An American Marriage and winner of the Women's Prize for Fiction 2019. 'Ann Petry's first novel, The Street, was a literary event in 1946, praised and translated around the world - the first book by a black woman to sell more than a million copies . . . Her work endures not merely because of the strength of its message but its artistry' NEW YORK TIMES 'My favorite type of novel, literary with an astonishing plot . . . insightful, prescient and unputdownable' TAYARI JONES New York City, 1940s. In a crumbling tenement in Harlem, Lutie Johnson is determined to build a new life for herself and her eight-year-old boy, Bub - a life that she can be proud of. Having left her unreliable husband, Lutie believes that with hard work and resolve, she can begin again; she has faith in the American dream. But in her struggle to earn money and raise her son amid the violence, poverty and racial dissonance of her surroundings, Lutie is soon trapped: she is a woman alone, 'too good-looking to be decent', with predators at every turn.

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    Ann Petry profile picture

    Ann Petry

    Ann Lane (depois Petry) nasceu numa pequena cidade do estado de Connecticut onde havia apenas quatro famílias negras. A origem de classe média não impediu que Ann e suas irmãs passassem por vários episódios de discriminação racial, mas permitiu que ela frequentasse a universidade, formando-se aos 25 anos em ciências farmacêuticas. Trabalhou sete anos na farmácia da família até que, em 1938, já casada com George Petry, mudou-se para Nova York com a intenção de tornar-se escritora, iniciando-se na carreira jornalística. Em 1946, enquanto terminava seus estudos de escrita criativa na Columbia University, publicou <i>A rua</i>, um sucesso estrondoso que a tornou uma celebridade, principalmente nos círculos de cultura negra, com repercussões no Brasil, onde o romance foi publicado em 1947 pela Companhia Editora Nacional. A habilidade em retratar sua época e lugar fez com que <i>A rua</i> merecesse da esposa de Martin Luther King, Coretta Scott King, o seguinte elogio: “É um trabalho de crítica social poderoso e implacável. Poucas obras de ficção iluminaram tão claramente o impacto devastador da injustiça racial.” No entanto, a fama incomodou profundamente a escritora, que voltou para sua região natal em busca de paz e privacidade, tendo vivido discretamente até sua morte aos 88 anos, deixando marido e filha. Sobre <i>A rua</i>, Petry afirmou que seu objetivo foi “mostrar como o meio social pode, simples e facilmente, mudar o curso da vida de uma pessoa”. A autora – que frequentava grupos de esquerda em Nova York – defendia com convicção a arte engajada. “A mim parece que toda grande arte é propaganda, seja a Capela Sistina ou a Mona Lisa, <i>Madame Bovary</i> ou <i>Guerra e paz</i>”, escreveu num ensaio. “Quando o romancista mostra como a sociedade afeta seus personagens, como foram formados e delineados pelo vasto e precário mundo em que vivem, está escrevendo uma obra de crítica social, chame-a assim ou não.” Petry publicou contos, ensaios e vários livros para o público infanto-juvenil, além de dois outros romances: <i>Country Place</i> (1947), ambientado entre a elite branca de uma cidade de Connecticut, e <i>The Narrows</i> (1953), uma história de amor trágica entre um homem negro e uma mulher branca. Suas obras vêm conquistando novos leitores nos Estados Unidos, após o lançamento, nos últimos anos, de seus principais romances na prestigiosa coleção Library of America.

    8 Livros
    1 Seguidor
    Connecticut, Estados Unidos

    Ann Petry