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    Coleção Assombração Nº 04 - Cripta maldita!

    Flávio Colin

    Ediouro
    1995
    52 páginas
    1h 44m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    3 avaliações
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    Cinco HQs de terror.

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    R .20/02/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Entre as que li esta foi a melhor edição da Coleção Assombração, publicada na década de 1990 pela Ediouro. Só não curti uma história: "Gilete no sabonete" (confusa nas ilustrações e roteiro). As quatro que merecem registro são: - "Cripta maldita", história eletrizante sobre despertar do Conde Drácula, em episódio que se mistura a banditismo brasileiro; - "A maldição de Quetzalcoatl", ora, vivas! Mais um Flávio Colin que encontro, meu desenhista preferido... É uma lenda asteca relacionada aos famigerados sacrifícios humanos; - "A mulher da noite", curtinha, na seção de 'Casos Verídicos' enviados por leitores, sobre o desvendamento de certo crime de maneira surreal; - "Vampiro eletrônico", foi especialmente publicada por ter sido HQ premiada em 1994 (Prêmio Nova), sendo originalmente publicada na Revista Spektro com a dobradinha Ota (roteiro) e Shimamoto (desenhos). É um tanto metafórica, sobre a sedução digital nos toscos e pioneiros idos da popularização da informática. Cabe deferências ao José Mojica Marins, o famigerado Zé do Caixão, grande entusiasta do segmento de terror que hoje faleceu.

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    4.3 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas67%
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    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Flávio Colin profile picture

    Flávio Colin

    Desenhista carioca, criado no sul do país, Flavio Barbosa Mavignier Colin iniciou sua carreira de quadrinhista ainda bem jovem, nos anos 50. De acordo com uma entrevista que deu nos anos 80, sua primeira HQ profissional saiu na revista “Enciclopédia em Quadrinhos”, da RGE, em 1956. Seguiram-se X-9, Águia Negra, Dom Quixote, Cavaleiro Negro e outros. O fato de trabalhar em títulos originariamente estrangeiros, serviu para consolidar seu estilo arrojado e diferente, além de lhe conferir um senso profissional, ainda hoje sem paralelos no mercado de comics tupiniquim. Ficou bem conhecido ao transportar para as páginas impressas, o herói radiofônico O Anjo, além da quadrinização de Os Brutos também Amam. Nos anos 60, marcaria definitivamente sua carreira, ao trabalhar no gibi do grande sucesso da TV brasileira: O Vigilante Rodoviário. Colin também atuou na área publicitária e colaborou para a (hoje) histórica revista O Cruzeiro; além de fazer parte de inúmeras tentativas de se nacionalizar a produção de quadrinhos, no Brasil. Para os estúdios de Maurício de Souza e o grupo Folha, produziu Vizunga, um dos primeiros personagens de quadrinhos realmente com background ecológico. Homem de fortes convicções, Colin sempre rendeu ótimas e esclarecedoras entrevistas... tão boas quanto suas histórias. Entre os anos 70 e 80, produziu ininterruptamente, colaborando para as publicações das editoras Grafipar e D-Arte, entre outras. Prolífico até o fim de sua vida, Colin ficou conhecido pela nova geração de leitores brasileiros, ao estrelar publicações especiais como: O Boi das Aspas de Ouro, Estórias Gerais e Fawcett. Colin faleceu em 13 de agosto de 2002, devido a complicações respiratórias. Tem em artistas como Watson Portela verdadeiros admiradores. “O Colin eu gostava por causa do estilo ímpar. Se existiu um desenhista realmente brasileiro, foi o Colin”, lembrou Watson em uma entrevista.

    114 Livros
    13 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Flávio Colin