The Eighth House: Hades & Persephone (Flames of Olympos #1) -

    Eris Adderly

    Independently published
    2017
    280 páginas
    9h 20m
    ISBN-10: B0759NXBQW

    Catch me, Darkness. Again and again. The life of a virgin goddess might suit Artemis or Athena, but Persephone, daughter of Zeus, wants no part of it. While the rest of the immortals cavort, she grows restless in the shadow of Olympos. Rules, rules. Always the rules. Her mother’s edict forbids her the company of any male god. She can’t speak to them, can’t look at them. Can’t even attend the Olympian feasts. As far as Demeter knows, her daughter remains a maiden. But Persephone leads a double life. She finds her affection elsewhere, and in plentiful supply. If only the sons of Man made her happy. If only she could put a name to this need she feels. It grows by the day, dark and unfulfilled. An eternity of enforced loneliness looms, and Persephone contemplates a drastic choice to escape it. Only one thing stands in her way. Hades. Where earthquakes rend hill and vale asunder, and the abyss yawns to devour falling screams, the black halls of the Underworld await. The Lord of the Dead follows only one set of rules: his own. And he expects Persephone to obey. Eris Adderly draws you into a spectacular world of dark mythology, where legends bloom with sensual new life and the stories you thought you knew turn out to be just the beginning.

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    Laís Bermejo30/01/2022Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O conto de Hades e Persefone

    O livro é um retelling do conto de Hades e Persefone, faz parte de uma serie de livros (eu acho) de mitologia grega, sendo que esse é o primeiro livro e até o momento o único que tenho interesse em ler. O conto de como Hades sequestrou Persefone para ser sua esposa e rainha do submundo nunca fez sentido para mim. Sempre me soou mais acreditável que, mesmo que sua ida ao submundo não tenha sido de sua livre e espontânea vontade, Persefone tenha ficado porque era o que desejava. E é claro que um romance entre a deusa da "vida" e o deus dos mortos se enquadra no clássico enemies to lovers que todos amamos. Especialmente quando temos um romance consensual e não uma síndrome de estolcomo. De qualquer maneira, o livro é carregado de referências a mitologia grega, o que muitos dos retellings pecam em apresentar, inclusive fazendo uso de termos em grego que deixam a história mais rica e mais interessante. Os deuses são apresentados de uma forma interessante, os imortais possuem mais do que as primeiras impressões nos passam, a profundidade dos personagens se mostra de forma sutil e isso torna a leitura diferente, interessante. Não dei uma avaliação muito boa pois o livro tem um foco muito especifico no romance e no relacionamento dos personagens principais e peca em tratar de assuntos apresentados e esquecidos, ou mal trabalhados que deixaram uma sensação de problema não resolvido. Inclusive devo dizer que o final foi apressado, mal trabalhado, como se todas as páginas dedicadas a duvidas e sofrimentos pudessem se resolver em uma unica cena (e até poderiam se a cena tivesse sido melhor elaborada). Apesar das críticas, eu devo admitir ter gostado da história, dos personagens e da ambientação, até mesmo da escrita, tão diferente do que estou acostumada.

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