O Homem Eterno -

    G. K. Chesterton

    Livraria do Globo
    1934
    262 páginas
    8h 44m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    De toda a extensa obra de G.K. Chesterton, O Homem Eterno assinala sua criação mais surpreendente. A história da humanidade recontada de forma brilhante, a partir de duas particularidades que se complementam: a criatura chamada homem e o homem chamado Cristo. Com sua prosa peculiar e seu humor britânico certeiro, Chesterton delicia o leitor com seu raciocínio envolvente e provocativo. Sua obra aponta para os críticos da religião e, em especial, para os críticos do cristianismo. Para ele, a visão míope do ateísmo aliada a uma forte dose de conceitos preestabelecidos impedem que se compreenda a fascinante ação de Deus na história. Dividido em duas partes, O Homem Eterno traça um esboço da principal aventura da humanidade e a real diferença que se instaurou quando ela se tornou cristã. Mensagem envolvente que impulsionou C.S.Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, a abandonar o ateísmo e aventurar-se na jornada proposta por Chesterton.

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    Agnon Fabiano30/01/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma apologética cristã incrível

    Como enfatiza Chesterton logo no começo do livro, ele pretende falar da criatura chamada homem e do Homem chamado Cristo. Mas foi a maneira como ele fez isso que surpreende, como já é bem característico do autor. Na primeira parte onde ele fala do homem, Chesterton traça um panorama do desenvolvimento do paganismo, fazendo, inclusive, uma tremenda análise da mitologia. Faz diversas refutações ao evolucionismo e à "história da pré-história", o que ele chama de um contrasenso. Os capítulos permeiam diversos assuntos interessantíssimos, como os homens das cavernas, os estudos chamados de religiões comparadas, fala do misticismo oriental e muitas outras coisas. Na segunda parte do livro, Chesterton pretende mostrar que Cristo é diferente disso tudo, e se quisermos tratá-lo como semelhante a todas essas coisas, Chesterton demonstra que ele se tornará ainda mais diferente. Enfim, um livro indispensável! Um livro ao qual meu predileto C. S. Lewis afirma ser "a melhor apologética popular que eu conheço"!

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