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    La obra (Los Rougon-Macquart #14) -

    Émile Zola

    Debolsillo
    2012
    472 páginas
    15h 44m
    ISBN-10: 8499895794
    Espanhol
    4.5
    6 avaliações
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    Novela sobre la naturaleza de la creación artística, sobre el amor, la amistad y sobre el fascinante y complejo alumbramiento del impresionismo, La obra es uno de los títulos más valientes y perdurables de la literatura del siglo XIX. Perteneciente al ciclo de los Rougon-Macquart, La obra, la novela más autobiográfica de su autor, está inspirada en la relación del propio Zola con Cézanne. El pintor Claude Lantier intenta terminar un óleo de grandes dimensiones que represente la modernidad del Segundo Imperio, en los albores del movimiento impresionista. Su enfermiza obsesión se verá mezclada con el amor de Christine -la mujer que le sirve de modelo- y su difícil amistad con el novelista Sandoz. Esta edición, que recoge la reciente traducción de José Ramón Monreal, se abre con un amplio estudio de Ignacio Echevarría, uno de los editores y críticos literarios más reputados de nuestro país. «¿Existe, en arte, otra cosa que dar lo que se lleva dentro?» Clarín dijo... «De todas las novelas de Zola se podrían hacer grandes cuadros, por la fuerza plástica, por la precisión y la expresión de las líneas.»

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    Gláucia Renata Beretta picture
    Gláucia Renata Beretta04/05/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Obra - Émile Zola

    Publicado em 1886 é o décimo quarto volume da série Os Rougon-Macquart. Claude é um pintor que forma junto com alguns grandes amigos um grupo chamado O Cenáculo e se reúnem para debater seus talentos: pintura, escrita, jornalismo, escultura, música, etc. Ele é uma espécie de líder e é respeitado por suas ideias inovadoras, havendo um paralelo com o movimento modernista trazido por artistas como Delacroix e Manet, incompreendidos em sua época. Outro personagem interessante é Sandoz, melhor amigo de Claude é escritor e podemos notar ser ele o alter ego de Zola. Sandoz vem escrevendo uma série de romances sobre algumas gerações de uma mesma família inaugurando um novo gênero literário, pelas características, o Naturalismo. De quebra ele aproveita para rebater algumas críticas que deve terem sido dirigidas a ele. Claude conhece Christine que se torna sua amante, esposa e modelo de um quadro que seria a obra inaugural desse novo movimento e traz uma mulher nua num bosque ao lado de cavalheiros vestidos (está na capa da edição). Essa pintura não só não é aceita pela academia de pintura como é recebida com escândalo pelo público e a partir daí se inicia a queda de Claude. A maioria de seus amigos também duvida da genialidade de sua obra, daí fica a dúvida para o leitor se Claude era ou não talentoso. O livro se foca em Claude e Christine mas também acompanharemos a trajetória de cada um de seus amigos do Cenáculo: desilusões e fracassos de uns, sucesso de outros. Final impactante mas previsível.

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