Aprendi muito com este livro
Para quem acompanha o percurso de Gabriel Allon, percebe que a personagem está cada vez mais madura, mais introspectiva, menos radical . São os anos a passar por todos, mesmo por aqueles que são ficcionados. A escrita de Daniel Silva continua incisiva e cativante, nos seus capítulos curtos, descrições precisas e na capacidade de nos transportar aos locais. E o resto é o habitual em Daniel Silva: arte, Roma, Jerusalém, o Vaticano e o Estado de Israel. E a receita continua a funcionar muito bem.

