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    O Sofrimento Nunca é em Vão -

    Elisabeth Elliot

    Editora Fiel
    2020
    132 páginas
    4h 24m
    ISBN-13: 9788581327068
    Português Brasileiro
    4.6
    2237 avaliações
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    Tempos difíceis chegam para todos. Momentos de dor e aflição têm o potencial de devastar e destruir nossa vida ou de ser o caminho para a gratidão e a alegria. Sofrimento e amor estão inexplicavelmente ligados, pois o amor de Deus pelo seu povo é evidenciado ao enviar Jesus para suportar nossos pecados, mágoas e dores na cruz. Ele percorreu o caminho final da aflição, conquistando a vitória em nosso favor. Essa verdade levou Elisabeth a dizer: “Seja lá o que estiver no cálice que Deus está me oferecendo — dor, tristeza, sofrimento ou lamento, como também as superabundantes alegrias —, estou disposta a tomar, pois eu confio nele.”

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    Alane Sthefany picture
    Alane Sthefany07/11/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O Sofrimento Nunca é em Vão - Elisabeth Elliot

    Algumas situações difíceis têm ocorrido na minha vida, é claro, assim como na sua; e eu não posso lhe dizer: “Sei exatamente aquilo pelo qual você está passando”. Mas posso afirmar: conheço aquele que sabe. E cheguei à conclusão de que foi por meio do sofrimento mais intenso que Deus me ensinou as lições mais profundas. Estou convencida de que há um bom número de coisas nesta vida sobre as quais nada podemos fazer, mas com as quais Deus deseja que façamos algo. “Sofrimento é ter o que você não deseja, ou desejar o que você não tem”. Você consegue imaginar um mundo, por exemplo, no qual ninguém tem nada indesejável (...) Ou, em contraste, você consegue imaginar um mundo no qual todos têm tudo o que desejam? “Se, por acaso, você eliminasse o sofrimento, o mundo seria um lugar terrível, pois tudo aquilo que corrige a tendência humana de se sentir importante demais, de se gabar em excesso, desapareceria. O homem já é mau o bastante agora, mas seria absolutamente intolerável se nunca sofresse” - Malcolm Muggeridge As lições mais profundas que aprendi em minha própria vida vieram dos sofrimentos mais profundos. Dessas águas mais profundas e dessas chamas mais ardentes, vieram as lições mais profundas que eu sei sobre Deus. E eu acrescentaria: as maiores dádivas da minha vida também acarretaram os maiores sofrimentos. Não podemos jamais esquecer que, se quisermos evitar o sofrimento, devemos ter o cuidado de nunca amar nada nem ninguém. As dádivas de amor têm sido dádivas de sofrimento. Essas duas coisas são inseparáveis. “Não temerei mal algum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam”. (...) naquela experiência, aprendi quem é Deus. Eu o conheci como não poderia ter conhecido de outra forma. Por isso posso lhe dizer que o sofrimento foi um meio insubstituível pelo qual aprendi uma verdade indispensável. “Eu sou. Eu sou o Senhor.” Em outras palavras, aprendi que Deus é Deus. De onde vem essa ideia de um Deus amoroso? Não é uma dedução. Não é o homem desesperado em busca de um deus, a ponto de fabricá-lo em sua mente. É o Verbo, aquele que era antes da fundação do mundo, sofrendo como um cordeiro imolado. E ele guarda na manga cartas das quais eu e você não fazemos a menor ideia agora. Ele nos disse o suficiente para sabermos que o sofrimento nunca é em vão. “Deus sussurra para nós em nossos prazeres, fala em nossa consciência, mas grita em nossa dor: ela é seu megafone para despertar um mundo surdo” - C. S. Lewis “Por que eu não fui um natimorto? Por que não morri ao sair do ventre? Por que o sofredor tem de nascer para ver a luz? Por que a vida é dada a homens que experimentarão tanto amargor?”. Na mente de Jó, ao longo de todo o livro, não há dúvida acerca da existência de Deus. Ele sabe que é com Deus que ele precisa reconciliar suas circunstâncias. Ele está dizendo: “Há alguém por trás disso tudo”. E a pergunta do porquê pressupõe que há uma razão, que há uma mente por trás de todo aquele sofrimento aparentemente despropositado. Nós nunca perguntaríamos o porquê se, de fato, crêssemos que todo o universo é um acidente e que você e eu estamos completamente à mercê do acaso. A própria pergunta do porquê, mesmo quando atirada a nós por alguém que se diz descrente ou ateu, é um sinal evidente de que, no fundo de cada mente humana, há uma suspeita sorrateira de que há alguém, alguma razão, algum indivíduo pensante por trás de tudo. “Não podes tu tirar os olhos de mim? Não me deixarás sozinho o bastante nem para eu engolir minha saliva? Tu me formaste e me fizeste; agora voltaste para me destruir. Tu me moldaste como barro, mas agora me reduzes ao pó”. Quando Deus finalmente quebra seu silêncio, não responde a nem uma pergunta sequer. A reação de Deus às indagações de Jó é um mistério. Em outras palavras, Deus responde ao mistério de Jó com o mistério de si mesmo "Onde você estava quando eu lancei os fundamentos do mundo? Quem assentou a pedra angular enquanto as estrelas da alva cantavam juntas? Você já viu os reservatórios da neve? Quem represou o mar com portas? Você já percorreu as profundezas do abismo? Você alguma vez na vida deu ordens à manhã ou mostrou à alvorada o lugar dela? Você já governou as corças dando suas crias?." Quem de nós, no pior buraco em que já esteve, necessitou de algo mais importante do que companhia? Simplesmente alguém, alguém que talvez se sente ao nosso lado em silêncio, mas que simplesmente esteja conosco. “Não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1Pe 4.12). Me deparei, pela primeira vez em minha experiência pessoal, com aquele terrível porquê. E a resposta de Deus a mim foi: “Confie em mim”. Sem explicações. Apenas confie em mim. Essa foi a mensagem. Minha fé tinha de estar fundamentada no caráter do próprio Deus. Eu só tinha duas opções. Ou eu estou segura nos braços eternos, ou estou à mercê do acaso; ou confio nele, ou tenho de negá-lo. “Cristo não me conduz por nenhum aposento mais escuro do que aqueles que ele antes percorreu”. O cálice que você bebe estava ante os lábios do doce Jesus — e ele o bebeu. “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares” (Sl 46.1-2). Seja lá o que estiver no cálice que Deus está me oferecendo — dor, tristeza, sofrimento ou lamento, como também as superabundantes alegrias —, estou disposta a tomar, pois eu confio nele. Porque sei que o que Deus quer para mim é sempre o melhor. E eu receberei tudo isso em seu nome. Preciso de momentos de dor porque Deus tem algo mais grandioso em mente. Nunca é em vão. E por isso eu digo: “Senhor, em nome de Jesus, por tua graça eu os aceito”. Paulo diz que em tudo devemos dar graças. Não são as experiências de nossa vida que nos transformam. É a nossa reação a tais experiências. Todas nós conhecemos pessoas que passaram por situações terríveis e saíram delas como ouro puro (...) que passou por coisas horrendas, mas aquele fogo refinou aquele aço ou aquele ouro. Nós também conhecemos pessoas que passaram por situações igualmente ruins, talvez nem tão ruins, mas se revelaram iracundas, amargas, ressentidas, lamuriantes e, geralmente, de difícil convivência. Qual foi, então, a diferença? Não foram as experiências. Foi a reação delas. E a resposta de um cristão deveria ser ação de graças. Apenas comece a agradecer a Deus antecipadamente, pois, não importa o que esteja prestes a acontecer, você já sabe que Deus está no comando. Você não está à deriva num mar de caos. Nada mudou isso. Deus ainda é Deus. Ele é soberano. Ele tem o mundo inteiro em suas mãos. As coisas visíveis são transitórias. São as coisas invisíveis que, de fato, são permanentes. Precisamos de Jesus Cristo, nosso refúgio, nossa fortaleza, a força da nossa vida. E é preciso haver desolação para nos ensinar nossa necessidade dele. Nunca agradeci a Deus pelo câncer. Nunca agradeci a Deus especificamente por alguns índios terem assassinado meu marido. Não penso que precise agradecer a Deus pelo câncer ou pelo assassinato. Mas preciso, sim, agradecer a Deus porque, exatamente no meio daquela situação, o mundo ainda estava nasmãos dele. Aquele que mantém todas as galáxias orbitando no espaço é o mesmo que me sustenta em sua mão. As mãos que foram perfuradas na cruz são as mesmas mãos que sustentam o Sete-estrelo. As mãos que foram impostas sobre o velho João, quando ele estava ali na ilha de Patmos e a voz que era como o som de muitas águas lhe disse: “Não temas. Eu Sou. Eu tenho as chaves”. ‘Não temam. Não se atemorizem. Eu sou aquele que morreu. Estou vivo e tenho as chaves’. “Tudo vem de ti, ó Senhor, e de ti mesmo nós te damos”. "um coração quebrantado e contrito eu não desprezarei” (Sl 51.17). Os sacrifícios a Deus são um espírito quebrantado, “um coração quebrantado e contrito, eu não desprezarei”. Estou certa de que algumas de vocês têm um espírito quebrantado, um coração quebrantado. Deus não desprezará essa oferta se é tudo o que você tem a oferecer. Sofrimento e amor estão intrinsecamente ligados. E, invariavelmente, o amor significa sacrifício. “Nenhum dos que nele confiam será desolado” Salmo 34.22 Sabe, costumamos ter uma ideia muito distorcida da palavra ministério. Pensamos que um ministério significa apenas uma lista bem curta de atividades: pregar, cantar, fazer um seminário, escrever um livro, ensinar numa classe de escola dominical. É claro que isso é ministério. São formas de serviço. Mas a palavra ministério apenas significa serviço. E serviço é uma parte de nossa oferta a Deus. As pessoas pensariam em meu ministério como meu trabalho missionário, meus escritos, minhas palestras. Mas, sabe, eu não passo a maior parte da vida de pé numa tribuna. Passo a maior parte da vida sentada a uma escrivaninha, de pé na pia, em frente a uma tábua de passar, indo ao mercado, sentada em aeroportos, fazendo um monte de coisas pelas quais não espero ganhar medalha alguma — momentos para serem oferecidos a Jesus. Faça a próxima coisa. Obedecer é melhor que sacrificar. A mais sublime forma de adoração é a obediência. Aqueles que mais profundamente influenciaram minha vida são, sem exceção, pessoas que sofreram, pois foi precisamente em seu sofrimento que Deus refinou o ouro, temperou o aço, moldou o vaso, partiu o pão e fez daquela pessoa algo para alimentar uma multidão — do que eu tenho sido uma dentre os beneficiários. O Salmo 119.91 diz: “Conforme as tuas ordens, tudo permanece até hoje, pois tudo está a teu serviço” O que está havendo na sua vida hoje? É algo bom? Então, é fácil agradecer a Deus, não é? É algo ruim? Será que você consegue se lembrar de que, neste dia, como em qualquer outro dia, as ordenanças de Deus permanecem de pé? Essas realidades eternas são inabaláveis. Sua Palavra é infrangível. Um dia, o mundo e todos os seus desejos cobiçosos passarão. O homem que está seguindo a vontade de Deus é parte do que é permanente e não pode morrer. Encorajo você a fazer uma oferta de seus sofrimentos. Ugo Bassi disse isto: “Meça sua vida pela perda, não pelo ganho; não pelo vinho bebido, mas pelo vinho derramado. Pois o poder do amor está no sacrifício do amor; e aquele que mais sofreu tem mais para dar”. Se sua fé repousa na ideia de como Deus deveria responder às suas orações, em sua ideia do céu na terra, em sua utopia, ou seja lá o que for, então esse tipo de fé será muito instável e está fadada a ser derrubada quando as tempestades da vida a atingirem. Mas, se sua fé repousa no caráter daquele que é o eterno Eu Sou, então é uma fé robusta e vai perdurar. O primeiro princípio é aquele da cruz: a vida vem por meio da morte. Trago a Deus minhas tristezas e ele me dá sua alegria. Trago-lhe minhas perdas e ele me dá seu ganho. Trago-lhe meus pecados e ele me dá sua justiça. Trago-lhe minhas mortes e ele me dá sua vida. Mas a única razão pela qual ele pode me dar sua vida é porque me deu sua morte. “Não é tolo quem entrega o que não pode reter para ganhar o que não pode perder”. Você acha mais fácil enxergar a vontade de Deus em ação na vida de outra pessoa do que na sua? Você gostaria de ler a história de Daniel sem a cova dos leões? É claro que não, pois nós sabemos o final da história. Pois bem, nós, cristãs, temos todo esse livro cheio de histórias maravilhosas como essa, e o final de cada uma delas é sempre o mesmo. Sempre termina em glória. Você gostaria de ler a história de José sem todas as suas provas e tribulações, sem ele ser lançado na cisterna? O que você saberia acerca de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego se eles jamais tivessem sido lançados na fornalha ardente? As metáforas bíblicas para o sofrimento falam de uma poda. O melhor fruto vem por meio da mais drástica poda. O mais puro ouro vem do fogo mais ardente. Eu certamente aprendi as lições mais profundas da minha vida ao passar pelas águas mais profundas. E as maiores alegrias vêm das maiores tristezas. A vida vem da morte. Não há, de fato, uma só obra redentora que tenha sido realizada sem sofrimento. Se não me for dado o privilégio de ser crucificada, se não me for dado o privilégio de ser martirizada de alguma forma, de alguma forma literal para Deus, é me dado o privilégio de oferecer a ele seja lá o que ele me houver dado. Ofereço a ele tudo o que sou, tudo o que tenho, tudo o que faço e tudo o que sofro (...) Em Apocalipse 7.16-17, lemos: “Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima”. Para encerrar, gostaria de mostrar a você um poema escrito por Grant Colfax Tuller. “Minha vida é apenas uma tapeçaria entre mim e meu Senhor; eu não escolho as cores, ele trabalha incansavelmente. Muitas vezes, ele tece tristeza e eu, em tolo orgulho, esqueço que ele vê o lado certo; e eu, apenas o avesso. Apenas quando o tear ficar mudo e as lançadeiras cessarem de esvoaçar, então Deus desenrolará a tela e me explicará a razão de tudo. Nas habilidosas mãos do Tapeceiro, os fios escuros são tão necessários para a composição que ele planejou quanto fios dourados e prateados”. Tudo o que acontece se encaixa nessa composição para nosso bem. O sofrimento nunca é em vão.

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    Elisabeth Elliot profile picture

    Elisabeth Elliot

    lisabeth Elliot was born Elisabeth Howard in Brussels, Belgium on December 21, 1926,[2] and her family included her missionary parents, four brothers, and one sister. Elisabeth's brothers, Thomas Howard and David Howard, are also authors.[citation needed] Her family moved to the Germantown neighborhood of Philadelphia, Pennsylvania in the U.S. when she was a few months old.[3] In addition to Philadelphia, she lived in Franconia, New Hampshire and Moorestown, New Jersey. She studied Classical Greek at Wheaton College, believing that it was the best tool to help her with the calling of ultimately translating the New Testament of the Bible into an unknown language. It was at Wheaton where she met Jim Elliot. Before their marriage, Elisabeth took a post-graduate year of specialized studies at Prairie Bible Institute in Alberta, Canada, where a campus prayer chapel was later named in her honor. Jim Elliot and Elisabeth Howard went individually to Ecuador to work with the Quichua (or Quechua) Indians; the two married in 1953 in the city of Quito, Ecuador. In January 1956, her husband Jim was speared to death along with four of his missionary friends while attempting to contact the Huaorani tribe. Their daughter, Valerie (born February 27, 1955), was 10 months old when her father was killed. Elisabeth continued her work with the Quechua for two more years.[citation needed] Two Huaorani women living among the Quichua, including one named Dayuma, taught the Huao language to Mrs. Elliot and fellow missionary Rachel Saint. When Dayuma returned to the Huaorani, she created an opening for contact by the missionaries. In October 1958, Mrs. Elliot went to live with the Huaorani with her three-year-old daughter Valerie and with Rachel Saint.[citation needed] The Auca/Huaorani gave Elisabeth the tribal name Gikari, Huao for "Woodpecker." She later returned to the Quichua and worked with them until 1963, when she and Valerie returned to the US (Franconia, New Hampshire).[citation needed] In 1969, Elisabeth married Addison Leitch, professor of theology at Gordon-Conwell Theological Seminary in South Hamilton, Massachusetts. Leitch died in 1973. In the fall of 1974, she became an adjunct professor on the faculty of Gordon-Conwell Theological Seminary and for several years taught a popular course entitled "Christian Expression." In 1977, she married Lars Gren, a hospital chaplain. The Grens later worked and traveled together.[citation needed] In the mid-1970s, she served as one of the stylistic consultants for the committee of the New International Version of the Bible (NIV). She appears on the NIV's list of contributors.[4] In 1981, Mrs. Gren was appointed writer-in-residence at Gordon College in Wenham, Massachusetts.[citation needed] From 1988 to 2001, Elisabeth could be heard on a daily radio program, Gateway to Joy,[5] produced by the Good News Broadcasting Association of Lincoln, Nebraska. She almost always opened the program with the phrase, "'You are loved with an everlasting love,' – that's what the Bible says – 'and underneath are the everlasting arms.' This is your friend, Elisabeth Elliot..."[6] Today re-runs of the program may be heard over the Bible Broadcasting Network. In her later years, she and her third husband stopped traveling, but continued to keep in touch with the public through email and their website.[citation needed] Elisabeth Elliot died in Magnolia, Massachusetts on June 15, 2015, at the age of 88.[2] Shortly after her death, Steve Saint, the son of Nate Saint who was killed alongside Elliot's first husband, posted on Facebook about her final victory over "the loss of her mind to dementia" and "her ten year battle with the disease which robbed her of her greatest gift."[7][8] She was interred at Hamilton Cemetery in Hamilton, Massachusetts.[9] She was survived by her third husband, Lars Gren, a daughter, Valerie Elliot Shepard and husband Walter, and eight grandchildren.

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    Elisabeth Elliot