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Superinteressante Nº 413 (Março de 2020) - A ciência do destino
não informado
Março de 2020
"A Ciência do Destino" Apresenta a percepção do deteminismo na ciência, onde o universo se encaminha dentro de lógica pré-estabelecida. No plano científico existem informações de estabelecimentos universais como fruto do acaso ou ainda como produto do meio, agora tem também essa visão de determinismo. É difícil de entender conforme a exposição na revista, o texto não informa sobre o nível de aceitação entre os cientistas e, em linhas gerais, esse determinismo remontaria à existência antes da própria existência. Tipo assim, os traços de cada um como pessoa estariam previstos em certa lógica universal mesmo antes dos pais se conhecerem, desde o Big Bang. Eita! É coisa "sei lá, entende!". Nunca vou entender as explicações e tal teoria (hipótese ou sei lá mais o que) testemunha apenas o que acredito, sobre a criação como plano divino. "Quando Hollywood passou pano para o nazismo" A reportagem fala do cinema americano no mercado de consumo nazista, que pouco antes da Segunda Guerra já era uma das principais influências na Europa. A influência, junto com interesses econômicos da indústria cinematográfica, permitiu censuras dos alemães. Teve coisa que foi alterada, retirando-se partes, mas outras foram deliberadamente construídas conforme a aceitação. Exemplo: os alemães não aceitaram várias coisas em "King-Kong", em que viram ideologias que não gostaram, como a atriz protagonista (loura, uma representante da "raça" germânica) numa personalidade que demonstrava fraqueza. Passaram o facão em várias cenas e o filme foi lançado na Alemanha com o título "A fábula de King Kong, um filme americano de truque e sensação". Ridículo! Literalmente para Hitler ver! Quem diria, hein! Por conta "de grana", os norte-americanos "bateram continência para os nazistas". Isso não está escrito no texto, mas foi o que aconteceu no contexto prático, segundo a reportagem. Algo que não sabia: algumas das grandes empresas cinematográficas tem origem em judeus (MGM, Paramount, Fox e Warner Bros). Ressalte-se também que com a guerra as mesmas empresas fizeram produções retratando o nazismo conforme se conhecia, sem a censura deles. "O grande ditador", de Chaplin, foi um exemplo. Outra curiosidade, Chaplin teria dito que não conseguiria fazer o filme se soubesse antes da realidade dos campos de concentração. Hitler fora retratado até então como piada e não conseguiria direcionar, nem desejaria, a percepção em campo de humor. Na seção "Oráculo" gostei apenas da visão sobre as praias nos séculos passados. Não era lugar de lazer, muito menos de valorização, com as pessoas se afastando o quanto podiam. Existiam medos relacionados ao desconhecimento e mitos, o local costumava ser insalubre com despejos diversos e a chegada de embarcações podia ter desdobramentos no surgimento de doenças. Vou somar informação que li em outra revista: os locais também tornavam-se perigosos com a chegada dos "tumbeiros", navios negreiros, que vinham acompanhados de cardumes de tubarões por conta do despejo diário de mortos. Também gostei do artigo no início da revista: "A ficção científica é a história do futuro. Mais respeito por ela". Fala de obras sci-fi em lembrança ao centenário de nascimento de Isaac Azimov. Será que Hollywood de alguma maneira vai homenagear em 2020? O texto faz apanhado geral de destaques na ficção científica, citando: - Johanes Kepler, que no século 17 escreveu "Sominium", história de percepção da Terra a partir da Lua, em que usou o contexto para ilustrar seus estudos (não sabia e pretendo ler tal livro, considerado a primeira publicação sci-fi); - Júlio Verne, que valorizou a metodologia científica em objetivos e construções especializadas (que o diga o "Da terra à Lua" ou o "Vinte mil léguas submarinas", onde as conquistas científicas estão relacionadas aos métodos científicos, ainda que em certas fantasias inviáveis, como a nave-bala atirada para a Lua); - Mary Shelley, instigadora sobre conquistas biológicas nas realizações científicas; - Issac Azimov, popularizou a ciência robótica, onde também instigou a ética nesse desenvolvimento a partir das três leis da robótica. Leitura realizada nos dias de mundo Walking Dead, no isolamento imposto pelo avançar do Coronavírus.
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